<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709</id><updated>2011-04-21T21:35:26.734+02:00</updated><title type='text'>O recanto dos infames</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>13</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-8653640369249455198</id><published>2009-05-25T12:03:00.003+02:00</published><updated>2009-05-25T12:25:40.785+02:00</updated><title type='text'>CARLO STRENGER</title><content type='html'>&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/ShpvzFqrZSI/AAAAAAAAAJI/cfh9Hav7Z4Q/s1600-h/strenger.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 430px; height: 300px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/ShpvzFqrZSI/AAAAAAAAAJI/cfh9Hav7Z4Q/s400/strenger.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5339703231686337826" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Damos a benvinda hoje, para compartir este honroso paraninfo junto os seus venerados Arafat, o Papa Inocêncio IV e Jean-Marie Le Pen, ao professor Carlo Strenger.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este funcionário de uma prestigiosa Universidade judea –como tantos outros, cumpre dizer- é um activo ánti-semita que compagina as aulas pelas que cobra um substancial salário a cárrego do Estado judeu de Israel, com outras actividades extra-universitárias tais como incitar ao ódio habitualmente desde as páginas do papel antisionista &lt;i style=""&gt;Haaretz&lt;/i&gt; e outros jornais árabes, animar à participação no terrorismo de rua, e, agora, promover a violência contra os observantes da Torá dos bairros progres de Tel Aviv.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Frequentemente aparece a sua sinatura nos mais famosos web sites do terrorismo palestiniano. Na Universidade de Tel Aviv imparte um curso sobre “A psicologia da Ocupação”. Buff.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Reproduzimos um artigo alusivo, que retrata à personagem, de Steven Plaut.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;POGROMO ÁNTI-ORTODOXO NA UNIVERSIDADE DE TEL AVIV&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Proponho nomear ao Professor Carlo Strenger, do Departamento de Psicologia da Universidade de Tel Aviv, como Ganhador Anual do “Prémio Palestiniano”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Strenger é um esquerdista que aborrece Israel e o sionismo, e que habitualmente explica aos leitores do Haaretz por que Israel é um odioso Estado que não merece existir, mentres que Hamas é um grupo de pessoas malentendidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas hoje Stranger tem ido um passo para além de apoiar a violência hooligan contra os judeus ortodoxos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A questão de fundo é a campanha continuada de intimidação e violência dos ultra-seculares em Ramat Aviv, onde vive Strenger e onde está ubicada a Universidade de Tel Aviv, contra os judeus ortodoxos. Os ultra-seculares proclamam que há um intento dos ortodoxos de fazer-se com o distrito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A intolerância ánti-religiosa é a principal forma de fanatismo que existe em Israel. Strenger e os seus colegas de algarada são, sem dúvida, os primeiros em tomar sempre as barricadas para apoiar o direito dos árabes a desprazar-se a cidades judeas e infiltrar-se em todo tipo de comunidades, em Carmiel e onde seja. Mas, ao mesmo tempo que proclamam defender o progressismo, usam a violência para expulsar aos ortodoxos de Ramat Aviv.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A versão de Strenger aparece hoje no Haaretz. Reparade já no título: “O progressismo tem direito a defender-se”. Resulta tão orwellião que não acho o modo, nem sequer, de ridiculizá-lo. Defender o progressismo golpeando aos judeus ortodoxos que se despraçam a viver no teu bairro! Tens direito a acosar aos ortodoxos se inventas uma excusa de que os ortodoxos acosam aos seculares! (Como? Por dizer-lhes “Shabat Shalom”?).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velaqui alguns extractos do sermão de Strenger no Haaretz:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Imaginade que vedes nas notícias esta informação: ‘Um bairro ultraortodoxo tem-se visto inundado por petições de judeus seculares de alugar e comprar apartamentos. Têm aberto casetas no vizindário que oferecem asistência e asesoramento aos jóvenes ultraortodoxos que queiram converter-se em seculares. Os ultraortodoxos têm começado a contraatacar; têm promovido uma página web animando aos haredim a não alugar apartamentos aos seculares, e advirtem que os valores religiosos e o modo de vida do bairro está em perigo?’.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que se passa em Ramat Aviv é, justamente, o contrário: os judeus seculares [sic] estám-se organizando para defender o seu estilo de vida contra o influxo haredi. A resposta é muito simples: desde Safed até Beit Shemesh, de Ramot Eshkol, em Jerusalém, até Arad, a história repite-se: os ultraortodoxos começam a alugar ou comprar apartamentos, e uma vez que alcançam uma massa crítica, fazem que a vida seja impossível para o resto de judeus seculares mediante pressões, acoso e inclusso ameaças. Isto não é um pesadelo esquerdista, senão um facto histórico. É a crença dos haredim de que agindo assim rematarão fazendo-se com o controlo do país.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muitas pessoas progressistas confundem isto com a errônea ideia de que o progressismo não pode nem deve defender os seus valores e estilo de vida. O resultado é que os progressistas amiúde tratam de apaciguar àqueles que os atacam em vez de auto-defender-se. A ideologia do politicamente correcto que diz que os progressistas devem respeitar os sentimentos dos outros grupos –mas que os demais podem vilipendiar e atacar o progressismo- é extrema.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Portanto, Strenger acredita que o progressismo significa que os auto-proclamados progressistas têm direito a acosar e utilizar a violência contra aqueles com os que discrepam, no nome da auto-defesa do progressismo. Pergunto-me: que se passaria se figesse um artigo defendendo o direito dos direitistas de partir-lhe a cabeza com um bate de béisbol, em nome da autodefe-sa dos valores tradicionais? Ou sobre o direito do Sionismo a exercer a defesa da tolerância e a dignidade pendurando à esquerda traidora que exerce o auto-ódio dos postes de tendido eléctrico?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mentres, Strenger não é o único patám secularista que promove a violência, o hooliganismo e o matonismo contra os religiosos ortodoxos. Pode que lembredes outro &lt;a href="http://simonbarkochba.blogspot.com/2009/03/meretz-ou-ku-klux-klan.html"&gt;artigo&lt;/a&gt; no que vos falava sobre uns pais duma escola de Jerusalém que pediram à polícia arrestar a uma mulher porque encendera velas de Shabat perto duma escola secular. Se tivesse estado oferecendo crack ou éxtase, esses pais progressistas seguramente não teriam amosado o seu enfado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;STEVEN PLAUT&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;2 Sivan 5769 / 25 Maio 2009&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; 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Post-sionismo? Quero argumentos”&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-8653640369249455198?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/8653640369249455198/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=8653640369249455198' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/8653640369249455198'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/8653640369249455198'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/05/carlo-strenger.html' title='CARLO STRENGER'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/ShpvzFqrZSI/AAAAAAAAAJI/cfh9Hav7Z4Q/s72-c/strenger.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-7231061072479520429</id><published>2009-04-30T11:15:00.006+02:00</published><updated>2009-04-30T11:23:39.517+02:00</updated><title type='text'>MORATINOS</title><content type='html'>&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal     {mso-style-parent:"";     margin:0cm;     margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p     {mso-margin-top-alt:auto;     margin-right:0cm;     mso-margin-bottom-alt:auto;     margin-left:0cm;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1     {size:612.0pt 792.0pt;     margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;     mso-header-margin:36.0pt;     mso-footer-margin:36.0pt;     mso-paper-source:0;} div.Section1     {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable     {mso-style-name:"Tabla normal";     mso-tstyle-rowband-size:0;     mso-tstyle-colband-size:0;     mso-style-noshow:yes;     mso-style-parent:"";     mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;     mso-para-margin:0cm;     mso-para-margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:10.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-ansi-language:#0400;     mso-fareast-language:#0400;     mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SflrnjEb3hI/AAAAAAAAAHY/5NEJsjK8vck/s1600-h/Moratinos-machmoun.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 333px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SflrnjEb3hI/AAAAAAAAAHY/5NEJsjK8vck/s400/Moratinos-machmoun.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330409961142607378" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;Se um patrocinador firme no seu apoio e generoso na sua ajuda tem a causa do terrorismo árabe no Meio Leste, esse é o incombustível Ministro de Assuntos Exteriores espanhol, Miguel Ángel Moratinos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Segundo fontes de toda solvência, Miguel Ángel Moratinos utiliza os fundos de cooperação, entre outras coisas, para algo mais que subministrar “ajuda humanitária” aos seus bons amigos palestinianos. No quarto trimestre de 2008 concedeu arredor de 14 milhões de euros em subvenções aos territórios controlados pela ANP, em ajudas à agricultura, ONG’s e uma partida de 76.000 euros para a participação duma delegação palestiniana na Feira Internacional de Turismo, FITUR 2009, que se desenvolveu em Madrid.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Através desses fundos o Governo socialista espanhol sustenta economicamente também à representação diplomática da ANP em Espanha e 600.000 euros para financiar à “Delegação Geral Palestiniana em Espanha”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Moratinos é uma calamidade política que, como bom ántisemita, o mesmo reprende e ameaça aos representantes diplomáticos do povo judeu por questionar que Zapatero faga o ganso enfundando-se uma kefya, que faz mofa alardeando do seu razismo -como por exemplo no seguinte vídeo- sem apenas reprimir a baba que lhe cai mentres se burla e ridiculiza a uns negros, farfulhando a jerga que escuitara nos filmes de Tarzám. Menuda graça!&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;object width="400" height="305"&gt;&lt;param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/542En-6Gl2g&amp;amp;hl=es&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01&amp;amp;border=1"&gt;&lt;param name="allowFullScreen" value="true"&gt;&lt;param name="allowscriptaccess" value="always"&gt;&lt;embed src="http://www.youtube.com/v/542En-6Gl2g&amp;amp;hl=es&amp;amp;fs=1&amp;amp;rel=0&amp;amp;color1=0xe1600f&amp;amp;color2=0xfebd01&amp;amp;border=1" type="application/x-shockwave-flash" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true" width="400" height="305"&gt;&lt;/embed&gt;&lt;/object&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;A basura que reproduzimos a continuação foi publicada no diário ABC o 12 de Novembro de 2004 pela mediocridade tambaleante que exerce funções de Ministro de Assuntos Exteriores em Espanha, com motivo da morte do corrupto e criminal sátrapa palestiniano Yasser Arafat. Todo um retrato de homenajeador e homenajeado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;b&gt;ARAFAT, PADRE DE &lt;st1:personname productid="LA CAUSA PALESTINA" st="on"&gt;LA CAUSA  PALESTINA&lt;/st1:personname&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;b&gt;&lt;st1:personname productid="LA CAUSA PALESTINA" st="on"&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;/b&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;El presidente Arafat es Historia. Y no me refiero a que es pasado porque haya muerto. Al contrario: su incansable esfuerzo durante tantos años, desde que en 1949 fundara &lt;st1:personname productid="la Liga" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="la Liga" st="on"&gt;la Liga&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt; de Estudiantes Palestinos e iniciara su vida política, representa hoy la esperanza del pueblo palestino. Sencillamente, hoy &lt;b&gt;el Est&lt;/b&gt;&lt;b&gt;ado palestino es más posible que nunca gracias a Arafat&lt;/b&gt;.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A Abdel Raouf, nacido en 1929, quinto hijo de un comerciante, le recordará su pueblo como la encarnación de la lucha por su destino como nación. Le recordará también por sus otros nombres, Yaser Arafat o Abu Amar, por su semblante casi siempre sonriente y amable a pesar de la dureza de los momentos que le&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt; tocó vivir. Con su tradicional kefieh blanco y negro -del color de las imágenes del conflicto en Oriente Próximo y reflejo de la geografía de su Palestina-, con el eterno uniforme verde oliva de militante, su figura ha quedado impresa en la retina y en el imaginario colectivo como un &lt;b&gt;luchador incansable&lt;/b&gt; que no tuvo otra razón de ser que la del afán de su causa.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sflt_q_LycI/AAAAAAAAAHo/fzZ_GDz47ZI/s1600-h/moratinos_arafat.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 270px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sflt_q_LycI/AAAAAAAAAHo/fzZ_GDz47ZI/s400/moratinos_arafat.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5330412574608181698" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sflr6Arl00I/AAAAAAAAAHg/FAJve82zGOY/s1600-h/moratinos_arafat.jpg"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;El fervor que le ha deparado su pueblo en momentos difíciles e importantes de su andadura es el mejor baluarte de la &lt;b&gt;legitimidad de su causa&lt;/b&gt;. Le he conocido mucho, al igual que a otros actores en el tremendo conflicto de palestinos e israelíes, y &lt;b&gt;&lt;i&gt;mi testimonio comprometido es de sincero reconocimiento a su lucha honrada y valiente&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;. Fueron muchas, muchas horas compartidas en los diferentes momentos de la historia reciente de Palestina. Era un hombre cálido, como suelen ser los de aquella tierra, sin distinción de razas ni de culturas. &lt;b&gt;Era también amigo de España, una amistad correspondida por nuestro país desde siempre&lt;/b&gt;, como muy gráficamente quedó plasmado en aquella histórica foto del sincero abrazo entre el presidente Suárez y Arafat en 1979, durante su primera visita a España. Quince años más tarde, los Premios Príncipe de Asturias mostraban al mundo que nuestro país mantenía su compromiso con la paz entre palestinos e israelíes, mediante la concesión del premio de Cooperación Internacional al presidente Arafat y al primer ministro Rabin. Recuerdo además que &lt;b&gt;el Rais se refería con gran cariño a Su Majestad el Rey Juan Carlos I como «el Rey de Jerusalén».&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poco antes, los dos líderes habían recibido el &lt;b&gt;Premio Nobel de &lt;st1:personname productid="la Paz" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="la Paz" st="on"&gt;la Paz&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt;, en recompensa por su incansable lucha por una paz justa y duradera&lt;/b&gt;. Ambos creían que Jerusalén era un lugar especial y único y querían convertirla en un centro de esperanza y convivencia. Ambos firmaron en Oslo los cimientos de la paz, la paz de los valientes a la que tan insistentemente se refería Arafat. Fue en &lt;st1:personname productid="la Conferencia" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="la Conferencia" st="on"&gt;la Conferencia&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt; de Paz de Madrid, en 1991, cuando se dio el primer gran paso hacia esa paz con la comunidad internacional como testigo. Hoy todavía muchos se levantan contra aquel paso revolucionario, que supuso abandonar por primera vez la dinámica de la confrontación. La semilla que sembraron Rabin y Arafat en aquellos históricos acuerdos sigue viva, y representa, a través de &lt;st1:personname productid="la Hoja" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="la Hoja" st="on"&gt;la Hoja&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt; de Ruta, una esperanza de reconciliación y paz duradera para todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arafat ha sido un gran líder para su pueblo, que le eligió democráticamente para ser su presidente. Fue tenaz y contó con una clara legitimidad para defender sus intereses con valentía. Fue consciente de que la paz y la libertad entre los palestinos exigían permitir a su pueblo elegir libremente a sus representantes y parlamentarios, a través de elecciones que fueron supervisadas por observadores internacionales. La legitimidad de su acción contó por lo tanto con el respaldo popular avalado por la elección democrática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Arafat ha sobrevivido a muchas cosas que la mayoría de las personas no experimentan jamás: décadas de exilio y destierro, bombardeos, un accidente de avión que le dejó secuelas y problemas de salud, ataques con misiles -uno de ellos lo vivimos juntos hace dos años- y la ácida herida de la incomprensión y hasta el aislamiento. En los últimos años, su vida estuvo ensombrecida por su confinamiento en su cuartel general de la «Mukata», convertido en una verdadera escombrera, lo que no le impidió seguir luchando por la defensa de su pueblo, impulsando negociaciones y buscando alternativas de paz. Este es en definitiva su legado: negociar para alcanzar la paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No todo ha sido luz en la trayectoria de Arafat. Las sombras incluyen su incapacidad para canalizar políticamente la frustración palestina tras Camp David y controlar la segunda Intifada. Como yo mismo le dije en más de una ocasión, no pudo o no quiso dejar de ser un líder revolucionario para alcanzar la altura y la solidez institucional de un auténtico Jefe de Estado. También se le puede reprochar su falta de mano firme con algunos personajes de su entorno más preocupados por sus ambiciones e intereses personales que por la causa de su pueblo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El legado de Arafat nos exige mirar hacia adelante. &lt;b&gt;Arafat tenía fe en que aquellos en el exilio que se llevaron consigo las llaves de sus casas y los que se quedaron en tierra palestina, recibirían algún día, a cambio de sus sacrificios, la recompensa del regreso&lt;/b&gt; y la libertad. Muchos finales son, en definitiva, principios de algo más. Lo importante es darse cuenta. La muerte de Arafat debe servirnos para conseguir la paz. Hay que mover las manecillas del reloj hacia adelante, por encima de la tentación de mirar atrás, donde queda fundamentalmente dolor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ante las circunstancias difíciles que ha vivido y sigue viviendo el pueblo palestino, algunos pueden optar por la inercia, esgrimiendo la fatalidad de su destino. No ha sido el caso de Yaser Arafat. &lt;st1:personname productid="La Historia" st="on"&gt;&lt;st1:personname productid="La Historia" st="on"&gt;La Historia&lt;/st1:personname&gt;&lt;/st1:personname&gt; habrá de juzgarle con inteligencia y honestidad. No hubo en su trayectoria déficit de acción, ni de visión, ni de coraje político. Descanse en paz; que el pueblo palestino le honre haciendo realidad, desde su unidad como nación, un futuro como Estado independiente en la buena vecindad, el respeto mutuo, la convivencia pacífica y la cooperación con Israel.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal" style=""&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-7231061072479520429?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/7231061072479520429/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=7231061072479520429' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/7231061072479520429'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/7231061072479520429'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/04/moratinos.html' title='MORATINOS'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SflrnjEb3hI/AAAAAAAAAHY/5NEJsjK8vck/s72-c/Moratinos-machmoun.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-986485066049668339</id><published>2009-04-18T16:05:00.004+02:00</published><updated>2009-04-18T16:12:33.347+02:00</updated><title type='text'>BILL CLINTON</title><content type='html'>&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="metricconverter"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink  {color:blue;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed  {color:purple;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SendL0XRK-I/AAAAAAAAAHA/L-D19S8BbIM/s1600-h/Clinton.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 325px; height: 450px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SendL0XRK-I/AAAAAAAAAHA/L-D19S8BbIM/s400/Clinton.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326031229446859746" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A Secretária de Estado dos EEUU, Hillary Clinton, sortea na sua página web uma cita com o seu marido –o antigo mandatário demócrata Bill Clinton- para saldar as dévedas da sua campanha presidencial (estimadas em 2’3 milhões de dólares).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Hillary anuncia que sorteará uma cita com Bill Clinton entre todos os donantes que colaborem a sufragar as dévedas da sua campanha presidencial, na que resultou derrotada a favor de Obama. Os depósitos no banco a dia de hoje, mercede a esta curiosa iniciativa, já superam com crezes às perdas acumuladas.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esse é o prémio estrela que James Carville, asessor de Hillary Clinton durante a campanha 2008, anunciou numa entrada recente e que aparece destacada hoje na página &lt;a href="http://www.hillaryclinton.com/"&gt;www.hillaryclinton.com&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O anúncio advirte que o ganhador ou ganhadora poderá disfrutar de vários “eventos interessantes” com o expresidente &lt;st1:personname productid="em New York." st="on"&gt;em New York.&lt;/st1:personname&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:personname productid="em New York." st="on"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/st1:personname&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Entre os prémios inclui-se também a opção de participar em directo na Final do programa concurso de música “American Idol” (semelhante ao espanhol “Operación Triunfo”) ou uma fim de semana em Washington com o próprio James Carville e Paul Begara, asessores de Hillary –e que supomos que para saír de marcha são a bomba.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por uma aportação de 3’8 $ “poderás disfrutar de uma oportunidade que só se apresenta uma vez na vida” diz o anúncio –e debe ser certo, se não que lho perguntem a Marilyn Jo Jenkins, Jennifer Flowers ou Monica Lewinsky…&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SendcDhRLzI/AAAAAAAAAHI/GYZiGygTKX0/s1600-h/monicaclinton1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer; width: 336px; height: 400px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SendcDhRLzI/AAAAAAAAAHI/GYZiGygTKX0/s400/monicaclinton1.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326031508393242418" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;A modo de lembrança, sinalemos que este botarate de Clinton tem sido um dos mais acérrimos inimigos de Israel. Durante o seu mandato aprovaram-se os Acordos de Oslo encaminhados a constituir um Estado palestiniano dentro das fronteiras do pequeno micro-Estado de Israel. Em &lt;st1:metricconverter productid="1998 a" st="on"&gt;1998 a&lt;/st1:metricconverter&gt; sua dona –a actual Secretária de Estado com Hussein Obama- dixo que era firme partidária da criação dum Estado palestiniano. Em Setembro desse mesmo ano Bill Clinton visitou Gaza, e as declarações que fixo ali constituíram, de facto, um reconhecimento do Estado palestiniano. Em Julho de 1999 este playboy de pacotilha afirmou que “os palestinianos podem viver onde lhes apeteça dentro de Israel”, e em conseqüência começou uma campanha para promover o “direito de retorno” árabe. Nomeou a Mubarak como “sheriff regional” na zona e obrigou a Israel a consultar com este qualquer passo a dar no sucessivo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;   &lt;p class="MsoNormal"&gt;O obseso sexual da Casa Branca estabeleceu também um exército de 650.000 soldados equipados com o armamento mais sofisticado dos EEUU &lt;st1:personname productid="em Egipto. Teve" st="on"&gt;em Egipto. Teve&lt;/st1:personname&gt; como asessor ao infame Sandy Berger, membro da escória pro-terrorista Paz Agora, durante o seu segundo mandato. Fixo todo um alarde de intenções quando proibiu ao seu embaixador, Martin Indyk, participar nos actos de celebração do 3.000 aniversário de Jerusalém. E nos encontros de Taba, sugeriu a ideia de particionar a Cidade Sagrada.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este émulo do antisemita Jimmy Carter, incrementou notavelmente as partidas detinadas ao entrenamento militar da OLP por parte da CIA, e fixo todo tipo de promesas a Netanyahu e Barak, durante os mandatos de estes, que nunca chegou a cumprir.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sendwe4t7DI/AAAAAAAAAHQ/lnJcS1XfT7M/s1600-h/contest_top.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer; width: 400px; height: 250px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sendwe4t7DI/AAAAAAAAAHQ/lnJcS1XfT7M/s400/contest_top.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5326031859336735794" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Já sabedes, por 3’8 dólares podedes ser o afortunado/a que o tenha durante um dia fronte a fronte e dar-vos o prazer de cuspir-lhe no seu rosto de judeófobo progre.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;SOPHIA L. FREIRE&lt;/p&gt; &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-986485066049668339?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/986485066049668339/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=986485066049668339' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/986485066049668339'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/986485066049668339'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/04/bill-clinton_18.html' title='BILL CLINTON'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SendL0XRK-I/AAAAAAAAAHA/L-D19S8BbIM/s72-c/Clinton.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-6960718661387459816</id><published>2009-03-30T11:04:00.004+02:00</published><updated>2009-03-30T17:22:43.497+02:00</updated><title type='text'>DANIEL BARENBOIM</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SdCLO7lA74I/AAAAAAAAAGo/o02MQ4ZCkxU/s1600-h/Daniel%2520Barenboim%2520%28Ben%2520Heine%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 311px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SdCLO7lA74I/AAAAAAAAAGo/o02MQ4ZCkxU/s400/Daniel%2520Barenboim%2520%28Ben%2520Heine%29.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5318904248551927682" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Quando um artista israeli faz permanente militância contra o Estado de Israel, tem garantida pelo menos duas coisas: a audiência e o éxito. Temos exemplos mais que sobrados no campo da literatura, o cinema ou a música, na mente de todos, assim que não é preciso avondar na afirmação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Daniel Barenboim leva anos fazendo este tipo de apologia contra o direito dos judeus a defender-se, e é promotor de diversas iniciativas de marcado cariz ánti-sionista, como as suas aclamadas (em Europa) provocações interpretando música de Wagner em Jerusalém, ou a sua premiada (Prémio Príncipe de Astúrias e multimilhonárias subvenções da Junta socialista de Andalucia) l “West-Eastern Diwan Orchestra”).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Suponho que não tardará em sacar uma das suas cacareadas entrevistas difundidas por todos os mass média internacionais, a raíz do “escândalo” promovido pela multimilhonária de esquerdas israeli que vem de subsidiar um experimento musical de curta trajectória chamado “Cadeas pela liberdade”, ou coisa assim. A instâncias dos seus amigos de Paz Agora, esta magnate promoveu uma encerrona numa localidade próxima à fashion Tel Aviv, onde um grupo de menores de idade procedentes da localidade sob administração árabe de Jenin interpretaram um concerto num auditório infestado de ultraesquerdistas, e no que levaram enganados a um feixe de superviventes da Shoá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pretendidamente é muito emotivo e mediático colocar num cenário a umas crianças procedentes de Jenin –localidade conotada no imaginário colectivo com “o genocídio israeli contra os palestinianos”- tocando ante umas pessoas que passaram pela experiência indescriptível dos campos da morte europeus. Também o é interpretar a música de Wagner (inspirador do nazismo e autor do tratado ánti-semita “Os judeus na Música”) em aras de dissociar a sua cárrega conotativa da beleza das suas construcções harmônicas. Mas em ambos casos óbvia-se a obscenidade que supõe submeter a essas pessoas que estiveram em Treblinka ou Auschwitz, a ter que reviver o horror, as lembranças e a humilhação, graças, precisamente, ao poder evocador da música. Como sinalou Diana Wang, mentres haja um só supervivente da Shoá vivo, e dado que não lhe podemos aforrar a capazidade de lembrança nem a ele nem aos seus familiares, evitemos-lhe, pelo menos, o intenso sofrimento do poder de evocação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Barenboim tem-se feito milhonário e popular a base de agir como um proxeneta da memória dos superviventes da Shoá. Para ele será singelo identificar-se com a “iniciativa” dessa adinheirada filântropa de Tel Aviv. Como o é para os euroidiotas que jaleam esse tipo de iniciativas e que depois são os primeiros em saír à rua a pedir que “gaseem outra volta ao judeus”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em Janeiro de 2008 Barenboim aceitou em Ramallah a cidadania palestiniana, e se tiver um mínimo de dignidade deveria ter renunciado simultaneamente à israeli. Ou ter-lha retirado o Executivo judeu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Devemos pôr fim à ocupação, e as colônias devem desaparecer”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Um milhão e meio de palestinianos não se axeonlharão ante o poderio israeli”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A vingança de Israel é inhumana e imoral”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não, não é Mahmoud Abbas quem fala, é este misserável que não nos fazerá o favor de marchar duma vez com a música a outra parte.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-6960718661387459816?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/6960718661387459816/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=6960718661387459816' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6960718661387459816'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6960718661387459816'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/03/daniel-barenboim.html' title='DANIEL BARENBOIM'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SdCLO7lA74I/AAAAAAAAAGo/o02MQ4ZCkxU/s72-c/Daniel%2520Barenboim%2520%28Ben%2520Heine%29.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-6060453725937150800</id><published>2009-03-06T09:46:00.001+01:00</published><updated>2009-03-06T09:48:19.213+01:00</updated><title type='text'>ANTONIO GALA</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SbDiAoaBYcI/AAAAAAAAAGY/ssZXmVIcZdQ/s1600-h/4.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 263px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SbDiAoaBYcI/AAAAAAAAAGY/ssZXmVIcZdQ/s400/4.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309992461144252866" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal     {mso-style-parent:"";     margin:0cm;     margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink     {color:blue;     text-decoration:underline;     text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed     {color:purple;     text-decoration:underline;     text-underline:single;} p     {mso-margin-top-alt:auto;     margin-right:0cm;     mso-margin-bottom-alt:auto;     margin-left:0cm;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1     {size:612.0pt 792.0pt;     margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;     mso-header-margin:36.0pt;     mso-footer-margin:36.0pt;     mso-paper-source:0;} div.Section1     {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable     {mso-style-name:"Tabla normal";     mso-tstyle-rowband-size:0;     mso-tstyle-colband-size:0;     mso-style-noshow:yes;     mso-style-parent:"";     mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;     mso-para-margin:0cm;     mso-para-margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:10.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-ansi-language:#0400;     mso-fareast-language:#0400;     mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p&gt;Há escasamente um mes o embaixador israeli em Espanha, Rafael Schultz denunciava a entente entre o yihadismo radical e a intelectualidade progressista occidental –citando a Juan Goytisolo, José Saramago e Antonio Gala, como exponentes.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Antonio Gala tinha um cão chamado Troilo. O escritor de best sellers cordobés, referente cultural de Izquierda Unida durante vários anos e autor franquícia da empressa El Corte Inglés, publica na edição de ontem do jornal “El Mundo” um libelo ánti-semita intitulado &lt;a href="http://www.elmundo.es/opinion/columnas/antonio-gala/2009/03/2607504.html"&gt;“El mal camino”&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Reproducimos a continuação um texto de Isaac Querub publicado hoje &lt;st1:personname productid="em Libertad Digital" st="on"&gt;em Libertad Digital&lt;/st1:personname&gt;, onde dá cumprida resposta à vessania deste intelectual com peineta.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;"&gt;CARTA A ANTONIO GALA&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Sr. Gala,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Su columna del diario &lt;i&gt;El Mundo&lt;/i&gt; publicada el pasado 5 de febrero titulada &lt;a href="http://www.elmundo.es/opinion/columnas/antonio-gala/2009/02/2591112.html" target="_blank"&gt;&lt;i&gt;Pueblo elegido&lt;/i&gt;&lt;/a&gt; es un alegato vil y antisemita. Vd., Sr. Gala, odia a los judíos. Defiende, sin pudor, argumentos de sobra conocidos, prejuicios y estereotipos con los que a lo largo de la historia se han atacado y asesinado a judíos. No se distingue del ministro del rey Asuero llamado Haman, de Hitler, de Goebbels o de Ahmadinejad. Usa los mismos tópicos recogidos por Los Protocolos de los Sabios de Sión, por el Tercer Reich o por Irán.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Ataca al Estado de Israel y al Sionismo –movimiento de liberación nacional judío- que devolvió la esperanza, la dignidad y la independencia al pueblo judío en su tierra de Israel tras &lt;st1:personname productid="la Shoá." st="on"&gt;la  Shoá.&lt;/st1:personname&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Una nación no se construye contra otros, sino a favor de unos ideales que recogen la memoria de un pueblo, la mancomunidad de destino y el afán de vivir en paz, en seguridad y en armonía con los vecinos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Israel no nació para ocupar el territorio de otra nación sino para albergar al pueblo judío y recuperar la normalidad tras miles de años de exilio y sufrimiento. Vd., Sr. Gala, –a quien se presume culto y particularmente sensible– hace un flaco favor a los palestinos, pues éstos tienen derecho a su autodeterminación, soberanía e independencia, a su libertad y su dignidad, sin por ello tener que destruir Israel u odiar a los judíos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tergiversa la historia a su caprichoso antojo. Ni los judíos ni Israel han cometido nunca genocidio. El Estado de Israel se defiende cuando le atacan. Y cuando ataca, no tiene más opción que vencer. Israel no empezó nunca ninguna contienda militar. Ocupó Jerusalén este, Cisjordania y Gaza en 1967, durante &lt;st1:personname productid="la Guerra" st="on"&gt;la Guerra&lt;/st1:personname&gt; de los Seis Días, arrebatando dichos territorios a Jordania y Egipto. No a los palestinos.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;No imagina, Sr. Gala, cuán fuerte es el deseo de los israelíes de devolver esos territorios ocupados a sus legítimos dueños a cambio de paz y de una cohabitación plausible. Pero todos hemos visto lo que ha ocurrido cuando Israel se retiró de Gaza en 2005.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;Me gustaría, Sr. Gala, que visitara Vd. Israel, sus colegios, universidades, centros de investigación, hospitales y museos. Que conociera de cerca a judíos e israelíes y que se convenciera de que la paz es posible si ambas partes lo desean y educan a sus jóvenes generaciones para ello.&lt;/p&gt;    &lt;p&gt;Puede que el pueblo judío se encuentre en la otra orilla. Sin embargo, ésta no es necesariamente la orilla equivocada, como Vd. insinúa, porque mucha gente o países nos hayan perseguido, maltratado, expulsado, asesinado o intentado exterminar a lo largo de la historia. ¿Acaso los judíos no han contribuido con fundamentos esenciales a la civilización judeo-cristiana que nos ha permitido progresar a todos como hombres,&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt; mujeres y ciudadanos libres? ¿Acaso los judíos no se movilizan a favor de causas humanitarias? ¿Qué han hecho si no Moisés, Jesucristo, Freud, Marx, Einstein o Cassin? ¿Acaso los judíos deben sentirse culpables de que el 0,2% de la población mundial haya obtenido hasta ahora un 20% de los Premios Nobel?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vd., Sr. Gala, aspirante a campeón de la causa árabe, parece olvidar hechos históricos relevantes como la alianza del Gran Mufti de Jerusalén con Hitler a favor de &lt;st1:personname productid="la Solución Final" st="on"&gt;la Solución  Final&lt;/st1:personname&gt; de los judíos. Olvida también los cantos de sirena y los llamamientos a la destrucción de Israel de esos líderes populares de la nación árabe como Nasser, Assad, o Saddam Hussein. ¿Acaso levantaron un dedo por sus hermanos palestinos? ¿Supieron traer el progreso y el bienestar a sus pueblos? ¿Trabajaron por la paz y la democracia en Oriente Medio?&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Vd., Sr. Gala, tan sensible y abierto de mente, no menciona nada acerca de los niños usados como escudos humanos por Hamás ni de las ejecuciones sumarias de los militantes de Al Fatah sin juicio previo. Omite también el trato a los extranjeros, la aplicación en público de la pena capital a los homosexuales, la inexistencia de los derechos básicos de las mujeres, la prohibición de otras prácticas religiosas aparte de la islámica, la falta de libertades y la enseñanza del desprecio y del odio al otro –el infiel– en la mayoría de los países árabes.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;¿Por qué no dice nada, Sr. Gala, acerca de la angustia de los habitantes de Sderot? ¿Por qué guarda un silencio cómplice acerca de lo que ocurre en Darfur, Afganistán, Pakistán, Cachemira, norte de Nigeria, Irán o Siria? ¿Por qué olvida los atentados terroristas en Nueva York, Londres, Madrid, Bali o Bombay? Pretende apagar el fuego vertiendo gasolina. Ni árabes ni judíos, ni palestinos ni israelíes necesitamos de su rencor, su frustración o su odio.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Como dice la sabiduría popular, sólo se tiran piedras a los árboles que dan frutos. Pero Israel no sucumbirá jamás, bien que le pese. Además –y eso me tranquiliza, Sr. Gala– en caso de no existir el Judío, Vd., parafraseando a Sartre, lo inventaría.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;ISAAC QUERUB CARO *&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;* Isaac Querub Caro é presidente para Espanha do Museu da Memória do Holocausto de Jerusalém e expresidente da Comunidade Judea de Madrid.&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;em&gt;&lt;span style="font-style: normal;"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-6060453725937150800?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/6060453725937150800/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=6060453725937150800' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6060453725937150800'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6060453725937150800'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/03/antonio-gala.html' title='ANTONIO GALA'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SbDiAoaBYcI/AAAAAAAAAGY/ssZXmVIcZdQ/s72-c/4.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-9013331630044925511</id><published>2009-03-04T17:02:00.003+01:00</published><updated>2009-03-04T17:13:25.402+01:00</updated><title type='text'>NEVE GORDON</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sa6lqXcLvdI/AAAAAAAAAGI/jrK2iLz_zYY/s1600-h/gordon.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 320px; height: 300px;" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sa6lqXcLvdI/AAAAAAAAAGI/jrK2iLz_zYY/s400/gordon.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5309363157981707730" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink  {color:blue;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed  {color:purple;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Na selecção do infame desta semana cedo gostosamente a palavra ao professor da Universidade de Haifa, o economista Steven Plaut -habitual nas páginas de &lt;a href="http://simonbarkochba.blogspot.com/2008/12/hanuk-entre-helenistas.html"&gt;Últimos dias de Bar Kochba&lt;/a&gt;- que faz uma semblança dum prototípico professor dos que campam livremente pelas Universidades hebreas, &lt;a href="http://www.israelsoccupation.info/"&gt;Neve Gordon&lt;/a&gt;.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Gordon, colunista também do diário palestiniano editado em hebreu “&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Ha’aretz&lt;/span&gt;” e da revista neonázi alemã “&lt;a href="http://www.zundelsite.org/english/zgrams/zg2000/zg0010/001027.html"&gt;&lt;span style="font-style: italic;"&gt;Zundelsite&lt;/span&gt;&lt;/a&gt;”, é o principal propagandista em Israel das teses negacionistas de Norman Finkelstein.&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Velaqui tendes o auto-ódio judeu feito carne.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;NEVE GORDON, NOVO COLUNISTA DE AL JAZEERA&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://aljazeera.com/"&gt;Aljazeera.com&lt;/a&gt; é uma web pertencente ao magazine Aljazeera. Ambas são instrumentos da yihad global e do terrorismo islamo-fascista. Ambas são abertamente opostas aos intentos dos EEUU e de Occidente de capturar a Osama ben Laden.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A web de Aljazeera apoia abertamente a Hamas, exigindo que seja retirada das listas de organizações terroristas nos países occidentais, e que seja reconhecida e chamada às mesas de negociação por Occidente. Aposta firmemente, assimesmo, pelo extermínio de Israel.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aljazeera.com contacom uma secção intitulada “Teorias da conspiração”. Não, não se trata duma bulra das teorias conspirativas, como aquela dos chiflados do 11/S, senão que publica numerosos artigos “demonstrando” que as teorias dos mais fanáticos sujeitos do mundo são certas, especialmente quando anda pelo meio a entidade sionista. Uma das suas teimas favoritas é a do poder sobrenatural do lobby judeu, que supostamente domina o planeta.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Na sua nómina de comentaristas das “teorias da conspiração”, e de exaltação da yihad e do islamo-fascismo, Aljazeera.com conta com um novo colunista. Não é outro que Neve Gordon, um conferenciante de ciência política na Universidade Ben Gurion e, de facto, actual presidente do departamento de ciência política. Na Universidade Ben Gurion, os sionistas e as pessoas partidárias de Israel não deveriam pretender trabalhar no departamento de ciências políticas. Um conferenciante que se empenhou em apoiar a opinião dum disidente pro-israeli foi fulminantemente expulsado pela Universidade Ben Gurion devido à sua incorrecta maneira de pensar.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Neve Gordon é muito conhecido pelos seus chamamentos à destrucção de Israel como parte da auto-denominada “opção do Estado único”, ou mais propriamente a opção Rwanda para rematar com o problema da existência judea no Meio Leste. Gordon denuncia habitualmente o regime fascista, terrorista e de apartheid que temos em Israel, e que lhe lembra à Alemanha názi. O seu “discurso acadêmico” alimenta-se obsesivamente da propaganda do ódio ánti-israeli. Tem adicado ingentes esforços a ser o defensor das apologia neo-názis de Norman Finkelstein. Os escritos de Gordon são tão malevolamente ánti-judeus e ánti-israelis que figuram num lugar destacado em qualquer procura de web sites defensores da Negação do Holocausto ou dos neo-názis. O professor Alan Dersowitz escrevia referindo-se a Neve Gordon no “The Jerusalem Post” do 8 de Novembro de 2006: “Opino que Neve Gordon acosta-se com neonázis, negadores do Holocausto e ánti-semitas. É um infame exemplo do auto-ódio judeu e do auto-ódio israeli”. Gordon é também veementemente ánti-dremocrático e oposto à liberdade de expressão.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Gordon ódia Israel e justifica o terror contra os judeus israelis. Quando o seu próprio cámpus estava baixo os bombardeos com mísseis de Hamas, Gordon denunciou a Israel por atacar uma “universidade” de Gaza que fazia as funções de armazém desses mesmos (¡!) mísseis. Gordon foi arrestado quando entrou em Ramala ilegalmente para interferir nas operações ánti-terroristas israelis e amosar a sua solidariedade com os terroristas palestinianos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Recentemente, Gordon converteu-se em colunista habitual de Aljazeera.com, onde tem publicado artigos afirmando que Israel não quere a paz e que pratica a violência pela violência em Gaza, que Israel planea roubar os territórios árabes, e descrevendo aos violentos palestinianos como “um povo que se resiste a ser colonizado”. Como se Aljazeera não fosse um meio o suficientemente significado na defesa do terrorismo e do ánti-semitismo, Gordon sente-se na necessidade de botar-lhes uma mão.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim que velaí tedes o espectáculo de um conferenciante israeli ánti-semita difundindo propaganda ánti-israeli e judeófoba na empresa dum dos grupos mais partidários da Yihad e mais ánti-semitas do planeta. A Universidade Ben Gurion considera a propaganda do ódio –anti-israeli de Gordon como `”erudição” e “investigação”, e garante-lhe apoio às suas proclamas, demonstrando que a devandita Universidade há tempo que se tem afastado do que são os modelos acadêmicos desejáveis para esse tipo de instituições.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;STEVEN PLAUT&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;Para ilustrar a resenha anterior, acrescentamos uma presada de textos pertencentes a este propagandista do terrorismo árabe:&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if !supportLineBreakNewLine]--&gt;  &lt;!--[endif]--&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://aljazeera.com/news/newsfull.php?newid=198942"&gt;“Qual é o objectivo de Israel em Gaza”&lt;/a&gt;, publicado em Aljazeera.com o 31-12-2008&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.haaretz.com/hasen/spages/990834.html"&gt;“Geração Intifada”&lt;/a&gt;, publicado em Ha’aretz o 28-07-2008&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.nodo50.org/csca/palestina/gordon-12-02-02.html"&gt;“A deriva fascista de Israel”&lt;/a&gt;, publicado em Nodo50.org o 12-02-2002&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://counterpunch.com/gordon10152005.html"&gt;“Finkelstein para além da audácia”&lt;/a&gt;, publicado em Counterpunch o 15-10-2005&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-9013331630044925511?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/9013331630044925511/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=9013331630044925511' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/9013331630044925511'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/9013331630044925511'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/03/neve-gordon.html' title='NEVE GORDON'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/Sa6lqXcLvdI/AAAAAAAAAGI/jrK2iLz_zYY/s72-c/gordon.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-183077954667840378</id><published>2009-02-11T21:46:00.004+01:00</published><updated>2009-02-11T22:42:59.406+01:00</updated><title type='text'>MEIR MARGALIT</title><content type='html'>&lt;o:smarttagtype namespaceuri="urn:schemas-microsoft-com:office:smarttags" name="PersonName"&gt;&lt;/o:smarttagtype&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:punctuationkerning/&gt;   &lt;w:validateagainstschemas/&gt;   &lt;w:saveifxmlinvalid&gt;false&lt;/w:SaveIfXMLInvalid&gt;   &lt;w:ignoremixedcontent&gt;false&lt;/w:IgnoreMixedContent&gt;   &lt;w:alwaysshowplaceholdertext&gt;false&lt;/w:AlwaysShowPlaceholderText&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;    &lt;w:dontgrowautofit/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:latentstyles deflockedstate="false" latentstylecount="156"&gt;  &lt;/w:LatentStyles&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;!--[if !mso]&gt;&lt;object classid="clsid:38481807-CA0E-42D2-BF39-B33AF135CC4D" id="ieooui"&gt;&lt;/object&gt; &lt;style&gt; st1\:*{behavior:url(#ieooui) } &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-ansi-language:#0400;  mso-fareast-language:#0400;  mso-bidi-language:#0400;} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;span style="" lang="EN-GB"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_4fXiSULTi10/SZM1-Ms4NmI/AAAAAAAABGk/Wb4W71l20JA/s1600-h/Meir+Margalit.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 282px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_4fXiSULTi10/SZM1-Ms4NmI/AAAAAAAABGk/Wb4W71l20JA/s400/Meir+Margalit.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301640529022826082" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Meir Margalit nasceu em Argentina mas, vaia, rematou indo a dar a brasa em Israel.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Instalado voluntariamente no campo de concentração, que para ele é o Estado judeu, a começos dos anos 70, estudou com Ilan Pappe –guru da corrente de historiadores revissionistas que tanto encandila aos leitores de Ha’aretz- e um dia que se levantaram de cama com ganhas de praticar o mal a fundo, colheram e fundaram Paz Agora.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este impresentável tem bastante sona em Espanha e Latinoamérica. De facto, soe cair-se por aquí com certa freqüência convidado pelos múltiples ateneus e foros ánti-semitas que campam neste país. Numa das suas últimas visitas, há poucos meses, teve o coalho de pedir ao Governo do PSOE que se sacudissem “os complexos e digam basta a Israel”. Já vedes.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Concelheiro da municipalidade de Jerusalém, nas listas do que fica do partido proto-árabe Meretz, é coordinador duma coisa para sabotear os castigos que judicialmente se lhes imponhem aos terroristas árabes, chamada “&lt;a href="http://www.icahd.org/eng/"&gt;Comitê Israelí Contra a Demolição de Casas&lt;/a&gt;”, ou coisa assim, que argalhou a finais dos ’90 por orde do entorno de Arafat.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A modo do exemplo de para qué serve esse invento, a sabotagem que levaram a cabo quando o verão passado o Ministro Barak dou orde de botar abaixo a madrigueira do terrorista que perpetrou a massacre na Yeshiva de Mercaz Harav. O lógico e civilizado. Pois bem, este mequetrefe e os esquerdistas que o jaleam montaram uma de órdago a la grande, amplificada de imediato pelos seus sequazes da prensa ánti-sionista israeli e occidental.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sobre a recente guerra de Gaza vem de dizer: “No soy admirador de Hamás, pero en este caso la responsabilidad mayor es de Israel. Somos el lado fuerte, los conquistadores, los ocupadores, los que les bombardeamos a diario y por tanto no se puede equilibrar el grado de responsabilidad”. Como vos queda o corpo?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Reproduzimos a seguir uma emotiva entrevista com este homem de progresso no sítio web aporrea.org o passado 4 de Fevereiro:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;"LA POSTURA&lt;st1:personname productid="LA  POSTURA DE" st="on"&gt; DE&lt;/st1:personname&gt; VENEZUELA HA SIDO MUY VALIENTE"&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt; &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;span style=""&gt;    &lt;/span&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Se está acusando al gobierno de Venezuela de antisemitismo por haber tomado la decisión política de condenar la masacre de población civil en Gaza y romper relaciones diplomáticas con Israel. ¿Es antisemita solicitar sanciones políticas y económicas contra el Estado de Israel en tanto no respete el Derecho Internacional Humanitario, las resoluciones de Naciones Unidas y &lt;st1:personname productid="la Declaración Universal" st="on"&gt;la Declaración Universal&lt;/st1:personname&gt; de Derechos Humanos?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Si así lo fuera, entonces tanto yo, como miles de israelíes y de judíos a lo largo de todo el mundo, seríamos también antisemitas.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Me parece una actitud muy cobarde, una estrategia muy cobarde aquella de tildar de antisemita a todo aquel que critica la política del Estado de Israel. No me cabe duda de que debe de haber también antisemitas ahí metidos, que critican al Estado no solamente por su política, sino por algunas otras motivaciones de corte racista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pero, por otro lado, tampoco me cabe duda de que criticar la actitud del Estado de Israel no solamente no es antisemitismo, sino que, al contrario, me parece una actitud pro israelí. Porque Israel, con esta política, se está haciendo daño a sí misma. Y aquellos que critican al Estado de Israel en estos momentos, en última instancia, le están haciendo un favor, porque están ayudando a que este gobierno empiece a entender que hay cosas que no se hacen, que hay cosas que, más allá de producir daños al pueblo palestino, están carcomiendo los pilares de este mismo estado, y nosotros vamos a sufrir en última instancia no por obra de los árabes palestinos, libaneses o quienquiera, sino por obra de los daños que nos estamos haciendo nosotros, con nuestras propias manos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No sé si está al tanto de una campaña que está habiendo en contra de Venezuela y del presidente Hugo Chávez, por la decisión del presidente Hugo Chávez de calificar de genocida al Estado de Israel. ¿Usted a qué atribuye esta campaña para atacar a aquellos que condenan, a aquellos que critican al Estado fascista y al terrorismo que está llevando adelante Israel?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vuelvo a decirte. Esta es una estrategia muy conocida y también muy cobarde. Cuando no hay nada concreto para decir, cuando no puedes enfrentar los argumentos en forma racional, entonces lo más fácil es tildar al otro lado de antisemita.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Esta es una estrategia que tiene una larga historia. La hemos usado desde el primer día de la creación del Estado para atacar a todos aquellos que nos critican. Por un lado, es lo más fácil, y por otro lado, es lo más cobarde que hay.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;A mí me parece que, tanto vosotros como cualquier otro crítico en el mundo, no se tiene que dejar amenazar por este tipo de ataques. Hay que ser consecuentes, y hay que llamar a las cosas por su nombre. Hay que decir las cosas tal como son.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Yo estoy muy orgulloso de que, por lo menos en Venezuela, la gente no se deja ni amenazar ni asustar por este tipo de acusaciones, que son infames.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Vuelvo a repetir: puede que haya habido algún antisemita ahí que se metió y aprovechó la oportunidad, para criticar no solamente la política del Estado, sino al pueblo judío en general, pero en términos generales, yo creo que la postura de Venezuela ha sido muy valiente y digna de ser respetada por toda aquella persona que respeta los derechos humanos, en sí.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;¿Cuál es el tratamiento que reciben de parte de las instituciones israelíes las personas que, como usted, toman una postura activa por la paz y contra la segregación y el racismo?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Por un lado, no puedo decir que nos estén persiguiendo. Tenemos toda la libertad de poder decir lo que pensamos y en particular aquellos que estamos en el área política, tenemos el aval de todo un partido.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Pero decirte que es muy agradable ser pacifista en Israel en estos días, te mentiría. Cada día se hace más complejo, más difícil. Israel se está convirtiendo en un país derechista, fundamentalista.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;En las próximas elecciones, un partido fascista como el partido de Lieberman va a convertirse en uno de los partidos más importantes de la coalición. No es fácil ser pacifista en Israel en estos días.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;st1:personname productid="La Comisión Electoral" st="on"&gt;La  Comisión Electoral&lt;/st1:personname&gt; Israelí descalificó en enero a tres partidos árabes, Pacto Democrático Árabe, Tahal y Raam con el argumento de que no reconocen a Israel como Estado judío. ¿Qué reflexión le merece este acontecimiento, teniendo en cuenta de que un millón doscientos mil ciudadanos en Israel son árabes?&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sí, el 20% de la población israelí son árabes israelíes que viven discriminados. Esta decisión de una de las comisiones del Parlamento israelí es vergonzosa. Es una de las muestras de que nos hemos convertido en un país de apartheid.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Yo estoy orgulloso de que por lo menos, la  &lt;st1:personname productid="la Suprema Corte" st="on"&gt;Suprema Corte&lt;/st1:personname&gt; de Justicia, que se convirtió en el último bastión de los derechos humanos en Israel, anuló esta decisión vergonzosa.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Creo que es otra prueba de que vamos por mal camino, de que estamos en una pendiente que nos va a llevar al precipicio.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt; &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mais textos perpetrados por Margalit:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticias/2007/12/60658.pdf"&gt;Sderot, el Tribunal Superior de Justicia y el Sionismo&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticias/2007/4/49550.pdf"&gt;Europa y el problema palestino&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.lavozdegalicia.es/mundo/2009/02/11/0003_7521358.htm"&gt;Entrevista &lt;st1:personname productid="em La Voz" st="on"&gt;em La Voz&lt;/st1:personname&gt; de Galicia&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.lavozdegalicia.es/mundo/2009/02/11/0003_7521358.htm"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-183077954667840378?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/183077954667840378/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=183077954667840378' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/183077954667840378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/183077954667840378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/02/meir-margalit.html' title='MEIR MARGALIT'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_4fXiSULTi10/SZM1-Ms4NmI/AAAAAAAABGk/Wb4W71l20JA/s72-c/Meir+Margalit.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-1094697252910375436</id><published>2009-02-10T11:18:00.001+01:00</published><updated>2009-02-10T11:18:24.875+01:00</updated><title type='text'>GIDEON LEVY</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SZFUE5OxW4I/AAAAAAAAAFY/gUo3HhEi_IQ/s1600-h/Gideon+Levy.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 262px;" src="http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SZFUE5OxW4I/AAAAAAAAAFY/gUo3HhEi_IQ/s400/Gideon+Levy.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5301110679450770306" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Gideon Levy e o historiador Illan Pappe são, quiçá, os dois bandeirins de enganche mais famosos para a esquerda ánti-semita mundial. Unido à evidência de que sejam duas pessoas ferozmente inimigas do Estado judeu de Israel, está o facto meramente biográfico de que ambos nasceram em Israel. E isso alimenta muito mais o morbo, claro está.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este admirador de Goebbels, forma parte do staff do jornal pro-árabe HA’ARETZ, onde é editorialista e colunista habitual. Os seus libelos enchem páginas e páginas dos sítios da esquerda occidental yihadista. Em “Rebelión”, por citar um caso, comparte plana maior com os intelectuais europeus e americanos que bebem os ventos por deixar-se acariciar o lombo pelos genocidas de Hamas, Hezbolá ou os irmãos Castro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Figura, por certo, no seu currículum o facto de ter sido portavoz de Shimon Peres durante quatro anos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Velaqui uma ampla entrevista com este avezado ánti-sionista, publicada o passado sábado no jornal mexicano “La Jornada”, e da qual oferece hoje o jornal “&lt;a href="http://www.lavozdegalicia.es/mundo/2009/02/10/0003_7518919.htm"&gt;La Voz de Galicia&lt;/a&gt;” uma versão extractada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;LOS ISRAELIS SON INDIFERENTES AL ASESINATO DE NIÑOS&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gideon Levy, analista político del diario Haaretz, es el único periodista israelí que ha criticado la masacre de Gaza. Sus críticos le tachan de demasiado humanista, de no sentir la nación judía. Levy es duro, desprecia una sociedad militarista y ultranacionalista y ya no espera nada de ella. No ve futuro y, por tanto, no espera nada de las próximas elecciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué va a pasar en estas elecciones? ¿Habrá un gobierno de ultraderecha con Likud, Israel Beitenu y Shas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No, pienso que ganará (Ben- jamin) Netanyahu, pero habrá un gobierno de unidad nacional, con los laboristas, Likud y Kadima. Y no habrá diferencia con los que están ahora. (Ehud) Barak y (Tzipi) Livni son extremistas, igual que Netanyahu. Sólo la retórica es diferente. No pienso que Netanyahu sea un demonio y el resto la gran esperanza. Ninguno es la esperanza. Las diferencias son mínimas, y principalmente en la retórica, no en las ideas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Pero la sociedad israelí cada vez se va más a la derecha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Este movimiento hacia la derecha comenzó hace 40 años, con el comienzo de la ocupación. En 2000, cuando falló la negociación en Campo David, empezaron los atentados contra civiles y todas las campañas pacifistas se acabaron, se estrellaron. No hay iniciativas pacifistas en Israel, sólo en grupos muy muy pequeños. Tras esta horrible guerra, todos se han convertido en extremistas y el Estado se ha vuelto muy nacionalista, muy militarista. Esta sociedad se ha vuelto muy peligrosa porque ahora es completamente indiferente al asesinato de niños y a todo lo que ha pasado en Gaza. Los israelíes piden ahora más y más guerra. Sin ninguna crítica, sin ninguna discusión.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Existe un consenso nacional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Sí, un completo consenso nacional. Una sola voz. Sin ningún debate público, sin discutir qué estamos haciendo a los palestinos. Cuarenta años de deshumanización de los palestinos han forjado una sociedad absolutamente militarizada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué posibilidades tienen los partidos más cercanos a la paz en estas elecciones?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Están Meretz y los comunistas, pero son demasiado pequeños. No tienen suficiente influencia. El primer plano político es para la extrema derecha. No tengo ninguna esperanza en estas elecciones.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cuál ha sido la influencia de la masacre en Gaza?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No mucha, menos de la que se puede imaginar. Cuando hablamos de esta guerra, todos los candidatos estaban a favor. No hubo ningún debate ni ninguna discusión real.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Es posible que Israel se siente a negociar con Hamas?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No, pero depende de Estados Unidos. Si lo pide, quizá, pero no veo a los estadunidenses exigiendo eso. Puede haber negociaciones para la entrada de Hamas en la OLP, para un gobierno de unidad en Palestina. Pero no sé si lo conseguirán. No imagino a Israel hablando con Hamas en los próximos años.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cuál es el siguiente paso?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Otra guerra. No creo en ninguna otra negociación nunca más; llevamos 50 años negociando sin conseguir nada. La sociedad israelí no está preparada para la paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cuándo será esa guerra? ¿En un mes, en dos, en tres?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Pienso que sí. No lo sé. Aunque quizá en un año o en dos. No estoyseguro de cuándo será. Pero esto no es el fin de la ocupación, y sin poner fin a ésta no habrá paz.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Entonces… ¿la situación en Gaza, con el bloqueo, es la misma que hace un año?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Absolutamente. A menos que Barack Obama haga grandes cambios.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Espera que los haga?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Tengo muchas esperanzas, pero no estoy seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué pasa en Cisjordania?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Cisjordania está muerta ahora. Está aplastada por el ejército israelí. Hasta que no aparezca una nueva generación más militante, la vida para los palestinos será media vida. Se limitarán a sobrevivir. Cisjordania no está preparada aún para una nueva intifada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Muchos afirman que la Autoridad Nacional Palestina (ANP) abortó las protestas por esta masacre.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Sí, la ANP e Israel han trabajado juntos contra Hamas en Cisjordania. Han colaborado. No pienso que pueda surgir nada de Cisjordania en un futuro cercano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cuáles han sido las consecuencias de esta ofensiva?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Ha hecho que el mundo vea peor a Israel. Ha hecho a la sociedad israelí más violenta, más nacionalista y más extremista, pero no ha cambiado demasiado. Estamos en la misma posición en la que estábamos antes de esta guerra. Salvo que han muerto mil 300 palestinos y que la franja de Gaza ha quedado destruida, no se ha conseguido nada. Hamas sigue ahí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿No dará un impulso a los movimientos pacifistas, como en anteriores ocasiones?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No. No veo que esté pasando eso. Soy pesimista. No hay líderes que puedan dirigir un movimiento así. Ojalá Estados Unidos cambie su posición, pero no estoy seguro.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué hay de los árabes israelíes?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No hay que olvidar que existen minorías. (Los árabes israelíes) pueden cambiar mucho. Van a estar más restringidos y pueden volverse más violentos. Pero estos procesos pueden durar años, ya que son un grupo muy reducido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Afirma que pueden estallar conflictos en ciudades como Haifa, donde la minoría árabe es importante?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Eso es.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Cómo frenarlos?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Firmando la paz con los palestinos. Poniendo fin a la ocupación. Debemos crear una nueva atmósfera. Los palestinos que viven en Haifa están sentados viendo cómo matan a sus hermanos. ¿Qué esperas que hagan? Han visto las fotos, son su familia directa. Sin que llegue la solución importante, todos los pequeños problemas crecerán.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Por qué ha empezado esta guerra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Para enseñar a la gente que hacen algo contra los Qassam. Los cohetes Qassam son el problema. En vez de optar por la vía diplomática, Israel ha escogido la guerra. Yo defiendo que la única solución es la vía diplomática.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué futuro ve a las negociaciones en Egipto entre Hamas y Al Fatah?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Creo que triunfarán porque les conviene a las dos partes. Habrá un acuerdo en un año o en año y medio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué pasa en esta sociedad que no se espanta tras una masacre así?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Está militarizada, y todos los medios apoyaron la ofensiva.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Es usted una voz disidente. La única.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Sí, ahora mismo soy el único. Es muy difícil. Estoy muy solo, pero tengo el apoyo de mi periódico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Entonces, ¿no cree que Liberman pueda llegar al gobierno?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No estoy seguro, pero creo que no estará. Pienso que Netanyahu prefiere a los laboristas y al Kadima.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Existe el riesgo de que la ultraderecha acabe con el proceso de paz?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–No, porque el proceso de paz no es nada. Oslo se terminó, ahora no hay nada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–¿Qué peso tienen los colonos dentro de Israel?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;–Los colonos son el grupo más fuerte en esta sociedad desde hace 40 años. Pueden hacer lo que quieren con cualquier gobierno. Construyen y construyen todo el tiempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outras ligações à misséria intelectiva de Gideon Levy:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=79010"&gt;“Los dirigentes israelis van a pagar por el baño de sangre en Gaza”&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=78159"&gt;El matón del barrio ataca de nuevo&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=70455"&gt;&lt;br /&gt;Peor que el Apartheid&lt;/a&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-1094697252910375436?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/1094697252910375436/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=1094697252910375436' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/1094697252910375436'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/1094697252910375436'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/02/gideon-levy.html' title='GIDEON LEVY'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://4.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SZFUE5OxW4I/AAAAAAAAAFY/gUo3HhEi_IQ/s72-c/Gideon+Levy.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-1591779316676817114</id><published>2009-01-14T18:32:00.008+01:00</published><updated>2009-01-15T09:39:21.295+01:00</updated><title type='text'>JIMMY CARTER</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SW5CY8gNxgI/AAAAAAAAADY/OuMH5_yDWv4/s1600-h/jimmy_carter_01.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291239608532452866" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 400px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 264px" alt="" src="http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SW5CY8gNxgI/AAAAAAAAADY/OuMH5_yDWv4/s400/jimmy_carter_01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:612.0pt 792.0pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:36.0pt;  mso-footer-margin:36.0pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;br /&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt; &lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Para além dum grande patriota, Ronald Reagan tinha um grande sentido do humor. É um lugar recorrente nos seus biógrafos citar uma das suas engenhosas frases referidas à personagem que nos ocupa hoje:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;?xml:namespace prefix = o /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;“A recesão é quanto o teu vizinho perde o trabalho. A depressão é quando o perdes tu. A recuperação é quando Jimmy Carter perde o seu”.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Assim foi que em 1980 Reagan mandou para casa ao, sem dúvida, pior e mais nefasto Presidente da história dos EEUU de Norteamérica. E nesta apreciação estou segura de que -por uma vez ao menos- o consenso será total.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;É dificil que um Presidente dos EEUU reunisse no breve período de tão só quatro anos um balanço mais negativo.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Por cingir-nos só ao cenário que nos ocupa, ele sozinho se encarregou de deixar cair sem mover um dedo o regime de Reza Pahlevi, alfombrando o caminho a Jomeini e os ayatolas em Iran.&lt;o:p&gt; A&lt;/o:p&gt; sua gestão da toma da Embaixada dos EEUU em Teheran em 1979, fica como exemplo de livro de a onde conduze negociar com terroristas -444 dias de sequestro e maltrato dos reféns, com um chapuceiro assalto final que se saldou com a morte de 8 marines. Total para nada.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Indeciso e pusilânime durante a invasão da URSS em Afeganistão, ou a toma do poder pelos comunistas nicaragüenses, é já vox populi a sua férrea amizade com “o grande líder nacional e internacional Ceaucescu” , o gorila Chávez, ou com o também Prémio Nobel Yasser Arafat. E a sua repulsão e ódio face o povo judeu.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Carter é assessor em nómina de um think tank de Abu Dhabi (EUA) que propala a negação da Shoá, e da monarquia medieval de Oman.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Também mediou com o fríki que exerce a sua ditadura em Corea do Norte, induzindo à Administração Clinton a subvencionar o programa nuclear de aquele democrático país.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Quando alguns pensávamos aliviados que já não podia cair mais baixo, no ano 2007 o rotativo “New York Sun” teve acceso a uns &lt;a href="http://www.nysun.com/national/president-carter-interceded-on-behalf-of-former/46972/"&gt;documentos&lt;/a&gt; que o comprometiam na defesa de um criminal de guerra názi que participara activamente na Shoá.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;Enfim, que movido pelo ressentimento, este elemento -ánti-semita de manual- leva os últimos 30 anos enredando e tratando de zancadilhear a política exterior do seu país e do mundo occidental em geral. O mesmo podemos vê-lo legitimando os Governos mais populistas e bananeiros do Cono Sul, que tratando de exercer de mediador com a ETA, ou tomando-se garimbas com algum assassino em série de Hamas ou a OLP.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;A seguir reproduzimos a sua última deposição no “The Washington Post” -que os filoestalinistas de &lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=78921&amp;amp;titular=una-guerra-innecesaria-"&gt;“Rebelión”&lt;/a&gt; já têm perdido o cú para traduzir e publicar. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SW5Cb50_hzI/AAAAAAAAADg/JUEY8LTxVYQ/s1600-h/Jimmy_Carter_Palestine_Book_Love_the_Intifada_hate_israel.jpg"&gt;&lt;img id="BLOGGER_PHOTO_ID_5291239659353900850" style="FLOAT: left; MARGIN: 0pt 10px 10px 0pt; WIDTH: 267px; CURSOR: pointer; HEIGHT: 400px" alt="" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SW5Cb50_hzI/AAAAAAAAADg/JUEY8LTxVYQ/s400/Jimmy_Carter_Palestine_Book_Love_the_Intifada_hate_israel.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="FONT-WEIGHT: bold"&gt;UNA GUERRA INNECESARIA&lt;/span&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;p&gt;Por experiencia personal sé que la devastadora invasión de Gaza por parte de Israel podría haberse evitado fácilmente.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tras visitar Sderot el pasado mes de abril y comprobar el grave daño psicológico causado por los cohetes que habían caído sobre esa zona, mi esposa, Rosalynn, y yo declaramos su lanzamiento por parte de Gaza como una acción injustificable y un acto de terrorismo. Aunque raramente causaban víctimas (tres muertes en siete años), la ciudad estaba traumatizada por las impredecibles explosiones. Cerca de 3.000 residentes se habían trasladado a otras comunidades y las calles, los parques y los centros comerciales estaban casi vacíos. El Mayor Eli Moyal convocó a un grupo de ciudadanos a su despacho para reunirse con nosotros y se quejó de que el gobierno israelí no estaba tratando de detener los cohetes, ni por la vía diplomática ni por la militar.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Sabiendo que pronto nos reuniríamos con los líderes de Hamás de Gaza y de Damasco, prometimos evaluar las perspectivas de un alto el fuego. A través del jefe de los servicios de inteligencia egipcios Omar Suleiman, que actuaba de intermediario en las negociaciones entre los israelíes y Hamás, supimos que existía una diferencia fundamental entre ambas partes. Hamás quería un alto el fuego total en Cisjordania y Gaza, mientras que los israelíes se negaban a debatir ningún otro punto que no fuera Gaza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Supimos que el millón y medio de habitantes de Gaza se estaban muriendo de hambre, ya que el relator especial de las Naciones Unidas sobre el derecho a la alimentación había descubierto que la tasa de desnutrición aguda en Gaza ya igualaba la de los países más pobres del sur del Sahara y que la mitad de las familias palestinas sólo tomaban una comida diaria.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Los líderes palestinos de Gaza se mostraron evasivos en todos los puntos, apuntando que los cohetes eran la única forma de responder a su estado de encarcelamiento y de escenificar su drama humanitario. La cúpula de Hamás en Damasco, sin embargo, se comprometió a considerar el alto el fuego sólo en Gaza, siempre y cuando Israel no atacara Gaza y permitiera que los suministros humanitarios habituales se distribuyeran a los ciudadanos palestinos.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tras dilatadas conversaciones con los líderes de Hamás en Gaza, éstos también se comprometieron a aceptar cualquier acuerdo de paz que pudiera negociarse entre los israelíes y el Presidente de la Autoridad Palestina, Mahmoud Abbas, que también lidera la OLP, siempre y cuando dicho acuerdo fuera aprobado por la mayoría de los palestinos en un referéndum o por un gobierno unitario electo.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Dado que nosotros sólo éramos observadores y no negociadores, confiamos esta información a los egipcios, y fueron ellos los que se encargaron de la propuesta de alto el fuego. Después de cerca de un mes, los egipcios y Hamás nos informaron de la interrupción de todas las acciones militares de ambos bandos y del lanzamiento de cohetes a partir del día 19 de junio y durante un período de seis meses, e indicaron que los suministros humanitarios recuperarían los niveles habituales que existían antes de la retirada de Israel en 2005 (aproximadamente unos 700 camiones diarios).&lt;/p&gt;&lt;p&gt;No pudimos confirmar este punto en Jerusalén, debido a la renuencia de Israel a admitir negociaciones con Hamás, pero el lanzamiento de cohetes se interrumpió y se produjo un aumento de los suministros de alimentos, agua, medicinas y combustible. Aunque ese aumento sólo constituyó un 20% de los niveles normales. Y esta frágil tregua fue parcialmente rota el 4 de noviembre, cuando Israel lanzó un ataque contra Gaza para destruir un túnel defensivo que había sido cavado por Hamás dentro del muro que encierra Gaza.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;En otra visita a Siria a mediados de diciembre, hice un esfuerzo por ampliar el plazo de seis meses que estaba a punto de expirar. Estaba claro que el asunto más importante a tratar era la apertura de los pasos fronterizos de Gaza. Representantes del Centro Carter visitaron Jerusalén, se reunieron con oficiales israelíes y les preguntaron si esto era posible a cambio del cese total del lanzamiento de cohetes. El gobierno israelí propuso informalmente la distribución del 15% de los suministros normales a cambio de que Hamás interrumpiera el lanzamiento de cohetes durante 48 horas. Esta propuesta resultó inaceptable para Hamás y brotaron las hostilidades.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Tras 12 días de "combate", las Fuerzas de Defensa israelíes informaron de que más de 1.000 objetivos habían sido bombardeados. Durante ese tiempo, Israel rechazó todos los esfuerzos internacionales para obtener un alto el fuego, con total apoyo de Washington. Han sido destruidas diecisiete mezquitas, la Escuela Internacional Estadounidense, muchas casas privadas y la mayoría de la infraestructura básica de esta zona, pequeña pero densamente poblada, entre la que se incluyen los sistemas que proporcionan agua, electricidad y alcantarillado. Valientes médicos voluntarios procedentes de muchos países han informado del gran número de bajas civiles, y los más afortunados pueden operar a los heridos a la luz de los generadores accionados con diésel.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;La esperanza que nos queda es que cuando las hostilidades dejen de ser productivas, Israel, Hamás y los Estados Unidos aceptarán otro alto el fuego, momento en el que el lanzamiento de cohetes volverá a interrumpirse y se permitirá llegar a los palestinos supervivientes un nivel adecuado de suministros humanitarios, con el acuerdo público supervisado por la comunidad internacional. El siguiente paso posible: una paz permanente y total.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;Outros textos deste afamado produtor de cacahuetes:&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://blogs.elmercurio.com/revistasabado/2008/05/24/un-crimen-de-derechos-humanos.asp"&gt;Un crimen de derechos humanos en Gaza&lt;/a&gt; em "El Mercurio" o 24 de Maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.elmundo.es/papel/2008/05/01/mundo/2382364.html"&gt;Diplomacia indigna&lt;/a&gt; em "El Mundo" o 1 de Maio de 2008&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.amazon.com/Palestine-Peace-Apartheid-Jimmy-Carter/dp/0743285034/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1231962573&amp;amp;sr=1-1"&gt;Palestina: paz, no apartheid&lt;/a&gt; para adquirir o seu livro em Amazon.com&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-1591779316676817114?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/1591779316676817114/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=1591779316676817114' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/1591779316676817114'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/1591779316676817114'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/01/jimmy-carter.html' title='JIMMY CARTER'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://1.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SW5CY8gNxgI/AAAAAAAAADY/OuMH5_yDWv4/s72-c/jimmy_carter_01.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-4346608745228006119</id><published>2009-01-13T15:57:00.006+01:00</published><updated>2009-01-13T18:39:02.514+01:00</updated><title type='text'>MIGUEL ÁNGEL MURADO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWzHyhHCtyI/AAAAAAAAADQ/6_BzCibxhIQ/s1600-h/Muradin.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 257px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWzHyhHCtyI/AAAAAAAAADQ/6_BzCibxhIQ/s400/Muradin.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290823332948784930" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal     {mso-style-parent:"";     margin:0cm;     margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1     {size:595.3pt 841.9pt;     margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;     mso-header-margin:35.4pt;     mso-footer-margin:35.4pt;     mso-paper-source:0;} div.Section1     {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable     {mso-style-name:"Tabla normal";     mso-tstyle-rowband-size:0;     mso-tstyle-colband-size:0;     mso-style-noshow:yes;     mso-style-parent:"";     mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;     mso-para-margin:0cm;     mso-para-margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:10.0pt;     font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Este tipo ensimismado com cara de zurupeto -que na foto da esquerda calcula o tamanho da sua integridade moral- é tertuliano assalariado habitual do poderoso grupo de negócios e telecomunicação PRISA,ou PRISOE, em feliz denominação popularizada a partir de que o PSOE governante na Espanha dos anos 80 e 90 comprara com dádivas políticas e multimilhonários “cazos” a mancheta editorial, a câmbio do silêncio de três lustros de corrupção e crimes de Estado.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Também põe habitualmente o seu grão de areia para converter o jornal “La Voz de Galicia” num dos meios mais repugnantemente ánti-semitas do panorama periodístico estatal.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Considerado por muitos um “ánti-semita moderado” (¿!) gestiona um &lt;a href="http://www.miguelmurado.com/index.htm"&gt;blogue&lt;/a&gt; onde pendura habitualmente textos do teor do que a seguir copiamos e pegamos.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Viveu uns quantos anos, subvencionado pela UNRWA num hotelazo na cidade de Jerusalém, enviando “crônicas desde o frente”. Seica agora anda enredando pela Patagônia.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ah, é de Lugo.&lt;/p&gt;  &lt;p style="font-weight: bold;" class="tituloarticulo"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;&lt;span style="font-weight: bold;"&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p style="font-weight: bold;" class="tituloarticulo"&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;UN VISTAZO DETRÁS DE LA CORTINA &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p&gt;&lt;strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;                   &lt;p class="textoart"&gt;Mientras la ofensiva terrestre israelí ya ha causado cien muertos más, entre ellos 26 niños, si uno levanta la cortina ensangrentada puede ver lo que ocurre entre bambalinas. En Israel es esto: el ministro de Defensa, Barak, candidato en las próximas elecciones, se ve obligado a mantener el ritmo de destrucción, pero no pierde de vista a la de Exteriores, Tzipi Livni, que tiene que evitar ahora cualquier alto el fuego o mediación, porque también ella compite en las elecciones. El primer ministro Olmert lo tiene más fácil. Procesado por corrupción y falsedad, se limita a salir en televisión y decir: “Créanme, esta guerra no es por esto, sino por esto… Créanme, a mi”. No irá a a la cárcel. Siete de los últimos ocho líderes de Israel han sido acusados o procesados por corrupción (y en el caso del expresidente Katzav de violación y abusos sexuales) y ninguno ha ido a la cárcel.&lt;/p&gt;                   &lt;p class="textoart"&gt;En Cisjordania, otro corrupto, el líder de la OLP Mahmud Abbas, el hombre que hizo todo lo que Israel le pidió y aún así no ha logrado nada, ya sabe que está acabado. A punto de expirar su supuesto mandato como supuesto presidente de la Autoridad Palestina, ya sólo se mantiene en la poltrona usando la violencia de su policía contra su pueblo.&lt;/p&gt;                   &lt;p class="textoart"&gt;Miramos más allá y vemos que en el mundo árabe empieza a cundir el nerviosismo. Decenas de diputados jordanos exigen romper el acuerdo de paz con Israel y el rey Abdala ha tenido incluso que criticar a Israel cruzando los dedos para Estados Unidos no les corte el grifo del dinero. Incluso en Egipto el dictador Murabak, a quien quizá se ha aparecido el fantasma de Sadat, está dando marcha atrás en su pacto con Israel.&lt;/p&gt;                   &lt;p class="textoart"&gt;Y más acá, en la UE, la presidencia checa ha tenido que pedir perdón por haber calificado la invasión de Israel de “defensiva”, como siempre Sarkozy dice una cosa y otra al mismo tiempo, y Zapatero tiene problemas con los verbos y los adverbios, porque “reitera una vez más” algo que no había dicho antes y “condena enérgicamente” algo que sólo insinúa de la manera más timorata posible. Y eso que las elecciones europeas también están cerca y muchos votantes quizá estén tomando nota de lo que dicen los partidos. Y de lo que no dicen.&lt;/p&gt;                   &lt;p class="textoart"&gt;Cerramos la cortina ensangrentada, y entonces aparece Gaza.&lt;/p&gt;&lt;p class="textoart"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal     {mso-style-parent:"";     margin:0cm;     margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:12.0pt;     font-family:"Times New Roman";     mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1     {size:595.3pt 841.9pt;     margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;     mso-header-margin:35.4pt;     mso-footer-margin:35.4pt;     mso-paper-source:0;} div.Section1     {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable     {mso-style-name:"Tabla normal";     mso-tstyle-rowband-size:0;     mso-tstyle-colband-size:0;     mso-style-noshow:yes;     mso-style-parent:"";     mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;     mso-para-margin:0cm;     mso-para-margin-bottom:.0001pt;     mso-pagination:widow-orphan;     font-size:10.0pt;     font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Outro surtido de delicatessen deste vividor poderede-lo achar aqui:&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.lavozdegalicia.es/mundo/2009/01/08/0003_7446573.htm"&gt;"La importancia de un planeado márketing de la guerra"&lt;/a&gt; em "La Voz de Galicia" do 8 de Janeiro de 2009.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.anosaterra.org/nova/murado-eu-era-un-grande-admirador-de-israel.html"&gt;Entrevista: "Eu era un grande admirador de Israel"&lt;/a&gt; no semanário do BNG  "A Nosa Terra" (Maio de 2008).&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;a href="http://www.lavozdegalicia.es/mundo/2008/12/30/00031230624364026282281.htm"&gt;"Un incidente dentro de un sistema"&lt;/a&gt; em "La Voz de Galicia" do 30 de Dezembro de 2008.&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-4346608745228006119?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/4346608745228006119/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=4346608745228006119' title='2 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/4346608745228006119'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/4346608745228006119'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/01/miguel-ngel-murado.html' title='MIGUEL ÁNGEL MURADO'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWzHyhHCtyI/AAAAAAAAADQ/6_BzCibxhIQ/s72-c/Muradin.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-2543389354171342378</id><published>2009-01-12T19:11:00.006+01:00</published><updated>2009-01-12T19:54:30.245+01:00</updated><title type='text'>SANTIAGO ALBA RICO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWuP_GZ1bfI/AAAAAAAAADI/SZf0gbN7N-g/s1600-h/Santiago_Alba_Rico.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 294px; height: 400px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWuP_GZ1bfI/AAAAAAAAADI/SZf0gbN7N-g/s400/Santiago_Alba_Rico.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290480501490281970" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Sinto um grande respeito por Santiago Alba Rico. A diferência da imensa maioria dos judeófobos que como a ele iremos agrupando neste panteão de infames, Alba Rico tem duas qualidades que, aos meus olhos, o convertem numa excepção: maneja endiabladamente bem os aparelhos necessários para exercer a dura tarefa de pensar e, para além disso, sabe escrever. E fai-no muito bem. Por isso –ao contrário que Saramago ou António Gala, que carecem de ambos atributos- é muito mais perigoso.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Temos um só problema com Santiago Alba Rico: dedica-se a defender imposturas, já seja a Revolução Bolivariana, a pretendida superioridade política e moral do gigantesco campo de concentração castrista, a luta dos gudáris de ETA, ou o gesto no que acha uma certa éxtase estética com que um rapaz árabe se despanzurra carregado até as orelhas de explossivos levando-se por diante a toda a clientela duma cafetaria em Haifa ou Jerusalém.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Alba Rico foi aluno de Gabriel Albiac &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;–e nota-se-lhe para bem-, e depois foram companheiros impartindo aulas na Complutense, onde a muchachada de Alba Rico e Fernández Liria emborronaram o cámpus e os seus tabuleiros com todo tipo de piropos e ameaças de morte dirigidas ao autor de “La sinagoga vacía”. Hoje em dia professa-lhe um ódio visceral que verte nos seus escritos em quanto tem oportunidade –e na internet de esquerdas tem-na avondo-, mentres que o seu velho mestre, espinozista ao fim e ao cabo, simplesmente o ignora e emprega o tempo em coisas mais interessantes que o ressentimento.&lt;/p&gt;&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;O texto que pegamos a continuação, dá boa mostra do dito sobre Santiago Alba, ao tempo que corrobora que se trata de um judeófobo de tomo e lomo. Ao caldeiro dos infames com ele!&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-weight: bold;font-size:130%;" &gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;PALESTINA, EL DELITO DE EXISTIR&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.spip, li.spip, div.spip  {mso-style-name:spip;  mso-margin-top-alt:auto;  margin-right:0cm;  mso-margin-bottom-alt:auto;  margin-left:0cm;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Prometida en 1917 a los judíos por Inglaterra, y no por Dios, hace 60 años las potencias coloniales occidentales entregaron Palestina con todos sus habitantes a una pequeña secta hebrea europea para que gestionara sus intereses en Oriente Próximo. Desde entonces, EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares vienen concediendo medios y autorización al sionismo para administrar libremente el dolor de la población nativa y planificar a voluntad su linchamiento minucioso: expulsiones, masacres, limpieza étnica, destrucción de casas; asedio medieval por hambre, prisión, tortura, muros, bombardeos... Israel prolonga voluptuosamente un genocidio homeopático al que ha sucumbido ya la autoridad jurídica y moral de la ONU. Desde el principio Israel, que nunca pensó compartir el territorio palestino con sus legítimos propietarios, osciló entre la tentación de la “solución final” y la conservación de una reducida reserva nativa para uso al mismo tiempo ideológico y económico. En el ámbito internacional, el asesinato de palestinos legitima a Israel, que debe conservar algunos con vida para seguir matándolos y embelleciéndose; en el orden interno, el voto democrático de los israelíes recompensa la oferta en cadáveres palestinos de los candidatos; en términos económicos, Israel depende hoy más que nunca del negocio de la guerra y la seguridad. A veces cuesta reprimirse, pero el pragmatismo impone matar a los palestinos poco a poco; y a nosotros nos exige admirar y aplaudir a Israel por su disciplina y magnanimidad.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;A los nazis nadie los comparaba con los nazis: bastaba con llamarlos asesinos. En todo caso, lo que parece que inhabilita la comparación es el hecho de que los israelíes matan palestinos y no europeos, mientras que el horror inigualable del nazismo consistió –como bien explicaba Simone Weil– en que el III Reich hizo con nosotros lo mismo que nosotros habíamos hecho siempre con los pueblos colonizados.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;El linchamiento de Gaza parece perfectamente compatible con la afirmación de nuestros valores superiores. Cuando se linchaban a negros en los EE UU, y las fotografías de sus cadáveres se enviaban como felicitaciones de cumpleaños o de Navidad, lo que habían hecho –y que justificaba su ahorcamiento sin juicio– resplandecía amenazador en lo que eran. Así ocurre con los palestinos. La agresión palestina a Israel es ontológicamente anterior a la ocupación sionista, es lo primero de todo: es sencillamente su existencia. Sus gemidos son “fanáticos”, su llanto “antisemita”, su rabia –claro– “terrorista”. Sólo en este sentido puede decirse que los bombardeos de Gaza son “desproporcionados”, porque son en efecto una respuesta anticipada y una respuesta todavía insuficiente a la existencia desnuda de los palestinos; frente a esta amenaza total lo único “proporcional” sería el asesinato de un millón, de cuatro millones, de ocho millones de palestinos. Israel, una vez más, se contiene y nosotros se lo agradecemos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="spip"&gt;Desapareció la URSS y todos aplaudimos. Desapareció Yugoslavia y nos alegramos. Han desaparecido decenas de países –Checoslovaquia y Rhodesia y la Sudáfrica racista entre otros– y no ha ocurrido nada. ¿Por qué habría de ser criminal ahora reclamar la desaparición de un Estado criminal? No nos engañemos: la única solución al problema israelí, que amenaza la paz mundial, es la disolución del Estado de Israel. Demos luego libertad a los refugiados palestinos para volver a Palestina y libertad a los judíos ex israelíes para volver a sus países de origen y que a continuación la población restante funde un nuevo Estado laico, democrático y socialista. Se dirá que esta solución no es realista. Pero ¿fue realista la partición? ¿Fue realista la resolución 242 de la ONU? ¿Fueron realistas los claudicantes acuerdos de Oslo? ¿La Hoja de Ruta? ¿Anápolis? ¿La solución de los dos Estados? ¿La democratización ejemplar de Palestina? Los palestinos tendrán que ser aún más realistas si quieren ser aceptados por la comunidad internacional, tendrán que dejar de defenderse, tendrán que dejar de gritar, tendrán que dejar de llorar, tendrán que dejar de respirar. Si los límites del realismo los dicta Israel, y los avalan EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares, no hay para los palestinos ninguna esperanza. Pero si realismo es igual a genocidio, si realismo es igual a injusticia radical y crimen ininterrumpido, si realismo significa tirar a la basura definitivamente el derecho internacional, los DD HH y la civilización más elemental, si realismo quiere decir desaparición sin esperanza del pueblo palestino, entonces los palestinos tienen todo el no-derecho del mundo –a fin de existir un minuto más o sencillamente para vengarse– de utilizar también todos los medios e incluso de matarle a usted y de matarme a mí, que no hemos hecho nada para impedir que Israel ponga a la humanidad entera fuera de sí misma y que hemos perdido de esa forma al derecho a protestar, escandalizarnos y moralizar. La palabra Holocausto –sacrificio total– encaja bastante bien en lo que Israel, EE UU, la UE y los gobiernos árabes ancilares le están haciendo a todo el mundo.&lt;/p&gt;&lt;p class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="spip"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Aparecido no Periódico Quincenal “Diagonal” (8-21 Janeiro 2009)&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Outros textos do filho mais judeófobo da encantadora Lolo Rico:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=21134"&gt;"Invitación a la bomba"&lt;/a&gt; publicado o 10 de Outubro de 2005 em "Rebelión"&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.rebelion.org/noticia.php?id=42007"&gt;"De la Shoá a la Nakbah"&lt;/a&gt; publicado o 27 de Novembro de 2006 em "Rebelión"&lt;br /&gt;&lt;a href="http://www.nodo50.org/csca/palestina/alba-23-10-02.html"&gt;&lt;br /&gt;"Imre Kertesz, Premio Nobel al sionismo"&lt;/a&gt; publicado pelo Comité de Solidaridad con la Causa Árabe o 23 de Outubro de 2002&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-2543389354171342378?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/2543389354171342378/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=2543389354171342378' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/2543389354171342378'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/2543389354171342378'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/01/santiago-alba-rico.html' title='SANTIAGO ALBA RICO'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWuP_GZ1bfI/AAAAAAAAADI/SZf0gbN7N-g/s72-c/Santiago_Alba_Rico.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-6209201399845141461</id><published>2009-01-12T13:35:00.003+01:00</published><updated>2009-01-12T13:46:50.112+01:00</updated><title type='text'>JOSÉ SARAMAGO</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWs4qsASsnI/AAAAAAAAAC8/EoEAYjlGwuA/s1600-h/jose-saramago.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 267px; height: 400px;" src="http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWs4qsASsnI/AAAAAAAAAC8/EoEAYjlGwuA/s400/jose-saramago.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5290384493294826098" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} a:link, span.MsoHyperlink  {color:blue;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} a:visited, span.MsoHyperlinkFollowed  {color:purple;  text-decoration:underline;  text-underline:single;} p  {mso-margin-top-alt:auto;  margin-right:0cm;  mso-margin-bottom-alt:auto;  margin-left:0cm;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} @page Section1  {size:595.3pt 841.9pt;  margin:70.85pt 3.0cm 70.85pt 3.0cm;  mso-header-margin:35.4pt;  mso-footer-margin:35.4pt;  mso-paper-source:0;} div.Section1  {page:Section1;} --&gt; &lt;/style&gt;&lt;!--[if gte mso 10]&gt; &lt;style&gt;  /* Style Definitions */  table.MsoNormalTable  {mso-style-name:"Tabla normal";  mso-tstyle-rowband-size:0;  mso-tstyle-colband-size:0;  mso-style-noshow:yes;  mso-style-parent:"";  mso-padding-alt:0cm 5.4pt 0cm 5.4pt;  mso-para-margin:0cm;  mso-para-margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:10.0pt;  font-family:"Times New Roman";} &lt;/style&gt; &lt;![endif]--&gt;  &lt;p&gt;Hoje vai a última (que não derradeira) dejecção de um dos nossos infames favoritos. Cada vez que abre a boca -não sendo para louvar regimes e pessoeiros estalinistas como o seu amigo Álvaro Cunhal ou a Ilha do Rei Sol, esse paraíso do turismo revolucionário dos que procuram menores a bom preço-, é para largar contra o Estado judeu.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Aconselhável acceder ao seu afamado blogue, Cuaderno de Saramago &lt;a href="http://cuaderno.josesaramago.org/"&gt;http://cuaderno.josesaramago.org/&lt;/a&gt; para fazer-se uma composição de lugar do degenerado estado da papilha neuronal do Nóbel português.&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;b style=""&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;DE LAS PIEDRAS DE DAVID A LOS TANQUES DE GOLIAT&lt;/span&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Tampoco las usa ahora. En estos últimos cincuenta años han crecido de tal manera las fuerzas y el tamaño a David que entre él y el sobrancero Goliat ya no es posible reconocer ninguna diferencia, hasta se puede decir, sin ofender la ofuscadora claridad de los hechos, que se ha convertido en un nuevo Goliat. David, hoy, es Goliat, pero un Goliat que ha dejado de cargar pesadas y en definitiva inútiles armas de bronce. El rubio David de antaño sobrevuela en helicóptero las tierras palestinas ocupadas y dispara misiles contra objetivos inermes, el delicado David de otrora tripula los más poderosos tanques del mundo y aplasta y revienta todo lo que encuentra por delante, el lírico David que cantaba loas a Betsabé, encarnado ahora en la figura gargantuesca de un criminal de guerra llamado Ariel Sharon, lanza el “poético” mensaje de que primero es necesario aplastar a los palestino para después negociar con lo que reste de ellos. En pocas palabras, en esto consiste, desde 1948, con ligeras variantes meramente tácticas, la estrategia política israelí. Intoxicados por la idea mesiánica de un Grand Israel que realice finalmente los sueños expansionistas del sionismo más radical; contaminados por la monstruosa y enraizada “certeza” de que en este catastrófico y absurdo mundo existe un pueblo elegido por Dios y que, por tanto, están automáticamente justificadas y autorizadas, en nombre también de los horrores del pasado y de los miedos de hoy, todas las acciones propias resultantes de un racismo obsesivo, psicológica y patológicamente exclusivista; educados y entrenados en la idea de que cualquier sufrimiento que hayan infligido, inflijan o puedan infligir a otros, y en particular a los palestinos, siempre estará por debajo de los que sufrieron en el Holocausto, los judíos escarban interminablemente su propia herida para que no deje de sangrar, para hacerla incurable, y enseñarla al mundo como si se tratase de una bandera. Israel hizo suyas las terribles palabras de Jehová en el &lt;em&gt;Deuteronomio&lt;/em&gt;: “Mía es la venganza, y yo les daré su merecido”. Israel quiere que nos sintamos culpables, todos nosotros, directa o indirectamente, de los horrores del Holocausto, Israel quiere que renunciemos al más elemental juicio crítico y nos transformemos en dócil eco de su voluntad, Israel quiere que reconozcamos &lt;em&gt;de jure&lt;/em&gt; lo que para ellos es ya un ejercicio &lt;em&gt;de facto&lt;/em&gt;: la impunidad absoluta. Desde el punto de vista de los judíos, Israel no podrá nunca ser sometido a juicio, dado que fue torturado, gaseado y quemado en Auschwitz. Me pregunto si los judíos que murieron en los campos de concentración nazis, esos que fueron masacrados en los pogromes, esos que se pudrieron en los guetos, me pregunto si esa inmensa multitud de infelices no sentiría vergüenza de los actos infames que sus descendientes están cometiendo. Me pregunto si el hecho de haber sufrido tanto no sería la mejor causa para no hacer sufrir a otros.&lt;/p&gt;  &lt;p&gt;Las piedras de David han cambiado de manos, ahora son los palestinos quienes las lanzan. Goliat está al otro lado, armado y equipado como nunca se ha visto a soldado alguno en la historia de las guerras, salvo, claro está, al amigo norteamericano. Ah, sí, las horrendas matanzas de civiles causadas por los terroristas suicidas… Horrendas, sí, sin duda, condenables, sí, sin duda, pero Israel todavía tiene mucho que aprender si no es capaz de entender las razones que pueden hacer que un ser humano se transforme en una bomba.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;14 Tevet 5769 / 9 Janeiro 2009&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-6209201399845141461?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/6209201399845141461/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=6209201399845141461' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6209201399845141461'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/6209201399845141461'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/01/jos-saramago.html' title='JOSÉ SARAMAGO'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://2.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWs4qsASsnI/AAAAAAAAAC8/EoEAYjlGwuA/s72-c/jose-saramago.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-5620622009289572709.post-5911875075123401141</id><published>2009-01-10T22:45:00.007+01:00</published><updated>2009-01-10T23:00:27.546+01:00</updated><title type='text'>SHULAMIT ALONI</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWfueDC578I/AAAAAAAAACU/TJL26zHkB-Q/s1600-h/Shulamit_Aloni_dec_02.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer; width: 400px; height: 300px;" src="http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWfueDC578I/AAAAAAAAACU/TJL26zHkB-Q/s400/Shulamit_Aloni_dec_02.jpg" alt="" id="BLOGGER_PHOTO_ID_5289458487350915010" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;!--[if gte mso 9]&gt;&lt;xml&gt;  &lt;w:worddocument&gt;   &lt;w:view&gt;Normal&lt;/w:View&gt;   &lt;w:zoom&gt;0&lt;/w:Zoom&gt;   &lt;w:hyphenationzone&gt;21&lt;/w:HyphenationZone&gt;   &lt;w:compatibility&gt;    &lt;w:breakwrappedtables/&gt;    &lt;w:snaptogridincell/&gt;    &lt;w:wraptextwithpunct/&gt;    &lt;w:useasianbreakrules/&gt;   &lt;/w:Compatibility&gt;   &lt;w:browserlevel&gt;MicrosoftInternetExplorer4&lt;/w:BrowserLevel&gt;  &lt;/w:WordDocument&gt; &lt;/xml&gt;&lt;![endif]--&gt;&lt;style&gt; &lt;!--  /* Style Definitions */  p.MsoNormal, li.MsoNormal, div.MsoNormal  {mso-style-parent:"";  margin:0cm;  margin-bottom:.0001pt;  mso-pagination:widow-orphan;  font-size:12.0pt;  font-family:"Times New Roman";  mso-fareast-font-family:"Times New Roman";} p.heading, li.heading, div.heading  {mso-style-name:heading; 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 &lt;p class="heading"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-weight: normal;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="heading"&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="heading"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="heading"&gt;&lt;span style=""&gt;&lt;strong&gt;&lt;span style="font-size:130%;"&gt;ISRAEL: UN GENOCIDIO NO NECESITA DE CÁMARAS DE GAS&lt;/span&gt; &lt;/strong&gt;&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No tenemos cámaras de gas ni hornos crematorios, pero no existe por cierto un único método para llevar a cabo un genocidio.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="article"&gt;Ya’akov Lazovik ha escrito en Ha’aretz que el gobierno del estado israelí y la nación no sabrían cómo cometer un genocidio. ¿Qué es esto, ingenuidad o hipocresía? Difícil discernir. Se sabe sí, que no hay una única forma de cometer un asesinato, y lo mismo vale para un genocidio. El escritor I. L. Peretz hablaba de ese “gato virtuoso” que no hacía correr la sangre, qué ahogaba a sus víctimas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;El gobierno israelí, con su ejército y sus instrumentos de destrucción, no sólo hace correr la sangre, sino que también ahoga a sus víctimas. ¿Cómo calificar si no, las dimensiones de una bomba de una tonelada que se deja caer en zona urbana densamente poblada? [22 de julio de 2002, en Gaza]. Oficialmente fue arrojada para acabar con un terrorista y su esposa. Sin ninguna duda, todos los otros seres humanos, entre ellos mujeres y niños, que han sido matados o heridos no cuentan en absoluto. ¿Cómo se puede explicar que se expulse a ciudadanos de sus propios hogares a las tres de la madrugada, en plena lluvia, que de inmediato se dinamite esas casas y que luego se retiren “del teatro de las operaciones” sin decir ni una palabra?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;¿Cómo justificar lo que ha sucedido en Jenin? –No hemos destruido a toda la población, solamente hemos desecho 85 edificios; no fue una matanza, si ni llegamos a matar a una cincuentena de personas. ¿A cuántos habrá que matar, cuántas viviendas habrá que destruir, para que se constituya en delito? En un delito de lesa humanidad, tal como se lo define en la ley del Estado de Israel y no solamente por las leyes de Bélgica.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Todavía mejor: se pone bajo estado de sitio a toda una ciudad para permitir que los adeptos a una banda racista (tales son los ultras de las colonias o asentamientos judíos) puedan entrar a la Tumba de los Patriarcas en Hebrón, para que tanques destruyan los puestos y mostradores de frutas y legumbres, para que las topadoras derriben viviendas y para que generales en su inmenso orgullo estén dispuestos a destruir todo un barrio palestino para hacerles un favor a colonos matones. Estado de sitio, bloqueos, brutalidades, asesinatos, destrucción de viviendas de sospechosos... todo eso se ha hecho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;La orden dada por Sharon a los soldados que fueron a vengarse a Qibiah (en Jordania, en 1956); “Maximicen la pérdida de vidas y bienes”, no ha sido olvidada, por cierto. Hoy, el premier Sharon, el ministro de Defensa Shaül Mofaz y el jefe del Estado Mayor, Moshe Yaalon, los tres generales que dirigen ahora la política del gobierno, se comportan como el gato hipócrita: se dedican a asfixiar a las víctimas. Benny Alon, el ministro de gobierno actual, lo ha dicho bien claramente: “Háganle [a los palestinos] la vida tan imposible que se irán ellos por sus propios medios.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Y eso es lo que se hace día tras día. El jefe del Estado Mayor ha anunciado que él “destruye para reconstruir”. Por “construir” sobreentiende construir nuevas colonias. Para no verse obligado a cuidar del bienestar de sus habitantes, el ejército penetra en un pueblo, mata, destruye, detiene y se repliega. Los que sobreviven en medio del desastre, las cenizas, las ruinas, no tienen más remedio que arreglárselas solos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Israel simplemente no quiere saber de nada&lt;br /&gt;Gran cantidad de nuestros niños están siendo adoctrinados. Se les dice en las escuelas que los árabes son amalecitas [enemiga bíblicos de los hebreos, tribu que se supone descendientes de Amalec] y la Biblia nos enseña que hay que aniquilar a los amalecitas. Un rabino (Israel Hess) ha escrito en un periódico de la universidad Bar-Ilan que debemos cometer un genocidio porque sus investigaciones le habían demostrado que los palestinos eran los amalecitas.&lt;br /&gt;La nación israelí no proyecta un genocidio; sencillamente se niega a saber lo que pasa en “los territorios”. La nación únicamente obedece las órdenes que le dan sus legítimos representantes. Desde el asesinato del premier Ytzhak Rabin, en 1995, que quería viabilizar la paz, el punto neurálgico ha sido siempre frenar la hostilidad, pero la avaricia se impone por sobre todas las cosas y siempre se encuentra una razón para brutalizar al conjunto de habitantes de un pueblo, de cualquier pueblo, es decir para abusar de decenas de miles, de centenares de miles, porque siempre hay entre ellos algunos buscados. Basta que una persona sea buscada para poder bombardear y matar –por error, faltaba más– a mujeres, a niños, a obreros y a tantos otros seres humanos, si es que todavía se los considera tales.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por cierto, con nuestra hipocresía, con la adoración que profesamos a nuestra “moral judía”, hacemos de modo tal que todo el mundo sepa que las víctimas palestinas son maravillosamente cuidadas en nuestros hospitales. Pero nos guardamos bien de hacer saber cuantos palestinos han sido asesinados a sangre fría en sus propias viviendas.&lt;br /&gt;El genocidio que se está llevando a cabo en la actualidad no es aquel del cual fuimos nosotros las víctimas en el pasado. Como me ha dicho uno de estos generales malignos, nosotros no tenemos cámaras de gas ni hornos crematorios. &lt;/p&gt;  &lt;p class="article"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;SHULAMIT ALONI&lt;/p&gt;  &lt;p class="article"&gt;29 Outubro 2008&lt;/p&gt;  &lt;p class="article"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;* Publicado en Ha’aretz, Tel-Aviv. Traducido do hebreu ao francês e publicado em Courrier International, París, no 645, 13/3/03. Traducido do francês por Luis Sabini Fernández (e publicado na revista trotskista argentina Futuros nº 6).&lt;/p&gt;&lt;p class="article"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  ** Também são de autoria desta ánti-semita estes outros textos escolhidos:&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;p class="article"&gt;&lt;a href="http://www.ynetnews.com/articles/0,7340,L-3650771,00.html"&gt;"Sangue nas nossas mãos"&lt;/a&gt;  publicado o 5 de Janeiro de 2009 em YNET Israel.&lt;/p&gt;&lt;p class="article"&gt;&lt;a href="http://www.counterpunch.org/aloni01082007.html"&gt;"Sim, existe apartheid em Israel"&lt;/a&gt; publicado o 8 de Janeiro de 2007 em Counterpounch&lt;/p&gt;&lt;p class="article"&gt;&lt;a href="http://www.aljazeerah.info/Opinion%20editorials/2003%20Opinion%20Editorials/May/23%20o/A%20License%20to%20Kill%20Civilians,%20Shulamit%20Aloni.htm"&gt;"Licença para assassinar civis"  &lt;/a&gt;publicado 0 22 de Maio de 2003 em Al-Jazeerah Info&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/5620622009289572709-5911875075123401141?l=recantodosinfames.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/feeds/5911875075123401141/comments/default' title='Enviar comentarios'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=5620622009289572709&amp;postID=5911875075123401141' title='0 comentarios'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/5911875075123401141'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/5620622009289572709/posts/default/5911875075123401141'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://recantodosinfames.blogspot.com/2009/01/normal-0-21-microsoftinternetexplorer4.html' title='SHULAMIT ALONI'/><author><name>Sophia L. Freire</name><uri>http://www.blogger.com/profile/08510482703272426599</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='24' height='32' src='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SMk3oZYOdpI/AAAAAAAAAAU/f9XpVyfQRd0/S220/SLFreire.jpg'/></author><media:thumbnail xmlns:media='http://search.yahoo.com/mrss/' url='http://3.bp.blogspot.com/_Ih6xg1yv9ss/SWfueDC578I/AAAAAAAAACU/TJL26zHkB-Q/s72-c/Shulamit_Aloni_dec_02.jpg' height='72' width='72'/><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
